Papo de Menina

É culpa do destino!

Existiu um tempo que eu acreditava em contos de fadas.
Com o passar dos anos, os príncipes encantados eram sapos, os sapos não viravam príncipes e na verdade o cú-pido era um charlatão de primeira. Os contos de fadas viraram histórias para bebê dormir, e decidi virar o jogo, apenas decidi.
Ah, se não fosse o destino “no meio do caminho existiu um cliente vip e existiu um cliente vip no meio do caminho”… por esse motivo, não cheguei a me transformar em loba má ou numa chapeuzinho vermelho com cor de sedução, para fazer todo o mal ao sexo masculino.
Na verdade, não começarei a escrever o grande final, e sim o começo de tudo.
Antes de o cliente vip entrar na minha vida, eu conheci vários homens que no final eram todos “cafa”: ou tinham namoradas, ou tinham outras meninas, ou não tinham nada e gostariam de manter o mesmo estado – livre, leve e solto.
Como boa ariana que eu sou não tinha a mínima paciência para ser psicóloga de homens que tinham medo de se envolver, ou amavam a vida de “putão” e queriam que eu fosse a “santa” da vida deles.
Santa por quê?
A maioria falava que não era meu, e ao mesmo tempo, eu estava proibida de sair com outros meninos. Mas como assim meu senhor?
Já que eu não sou de ninguém, por favor, a fila anda, cai fora agora e não olha para trás palhaço.
Também sou cabeça dura, eu persistia no mesmo erro e acabava me dando sempre mal.
Um dia decidi virar a vilã e a minha vida mudou:

Em agosto de 2003, fui convidada para comer uma pizza na casa do amigo de um amigo meu e todos apaixonados por aviação. Eu pedi para o meu amigo a foto do amigo dele, logo recebi uma foto com uns quinze homens e o cliente vip lá no meio, o único que me chamou a atenção.

Falei para o guri “o único que dá para ser feliz é esse daqui”, logo o guri responde: “tira o seu cavalinho da chuva que esse namora” e logo pensei: “Merda”.

Porém, na casa do amigo de um amigo meu, o único que dava para ser feliz estava lá para me conhecer. A velha história: “a curiosidade matou o gato”.

Oi?!

Agora entra o destino, por favor!

E a trilha sonora também:

– Nana coloca os dois pés no apartamento.

– Celular do cliente vip toca e ele atende.

– É a falecida.

– Os dois começam a brigar feio.

– Nana fica com medo da braveza do moço.

– Ele desliga o telefone.

– Nana recebe a informação que o cliente vip era amigo de um inimigo dela, e ela decide não querer papo. Já que o inimigo um dia falou “mulher não sabe nem dirigir, imagina pilotar um avião” e Nana responde: “Você já foi para PQP? Então, vá FDP!” e ai acaba o início de um affair. Tudo isso, por que a secretária de operações da companhia aérea que ela trabalhava, estava registrando ela em um curso para piloto privado e que no final não aconteceu.

– Cliente vip corre atrás da Donzela Nana para falar mal da falecida.

– Nana procura um buraco para fugir.

– Cliente vip não desiste.

– Nana cansada, decide levantar a bandeira branca e diz “fala que eu te escuto”.

– Eles vão embora todos juntos e o cliente vip desce no meio do caminho. Logo ele bate a testa na parte de cima da porta do ônibus, já que o homem é alto.

– Nana, com o seu jeito feliz de viver, dá uma risada enorme e alta dentro do ônibus. Não teve um que ouviu a risada da escandalosa e o pobre cliente vip saiu vermelho de vergonha por causa da sua futura esposa.

– Não teve beijo de boa noite, está bom?!

Ps.: Como eu não sou maluca ou pirada, nem cheirei meia usada, chamei uma amiga que trabalhava no aeroporto para me acompanhar. Se algo de ruim pudesse acontecer comigo, queria estar bem acompanhada.

Continua…

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