Diário de Viagem: Tramandaí – Litoral do Rio Grande do Sul

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Saímos sábado de manhã para ir conhecer o litoral do Rio Grande do Sul e o destino foi a cidade de Tramandaí, aproveitando o convite e a carona do amigo do Cliente Vip. (Obrigado, Maurício !)

Fomos para passar o dia lá e voltar no final da tarde para Porto Alegre, nada demais, apenas para conhecer e ter um dia bacana, apesar da chuva que caiu nos dias anteriores.

O caminho é lindo, a estrada é ótima, ao lado você pode ver as plantações de arroz e quase chegando na praia, tinha uma fazenda de ventos (parque eólico) que deixou uma paulistana de queixo caído. Temos costume de ver fotos que os outros postam em outros lugares do mundo, não tinha idéia de como era e achei o máximo (vocês podem ver aqui no meu Instagram).

Tramandaí é uma cidade turística local, quem normalmente anda por lá é o povo que mora aqui no Rio Grande do Sul. Suas praias lembram muito Praia Grande, Itanhaém ou Mongaguá, antes da construção das orlas com ciclovias, quiosques e paisagismo.

Uma das coisas que me fez lembrar do passado, foi ver os carros na areia das praias, coisa que você não vê mais nas praias paulistas (que não faz bem nem para o carro e nem para a praia. Mas ali não tem lugar para parar o carro… eu acho, enfim, não quero entrar em detalhes também, até por que eu não sei do por que é assim).

O tempo estava nublado, porém não choveu depois das 10 da manhã, estava ventando muito e quem arriscava ficar na água eram apenas os surfistas.

Foi a primeira vez que levei a Aimê para a praia. Acredito que ela ficou perdida com tantas informações e quando coloquei as patinhas traseiras na água, ela ficou “nadando” nos meus braços. Os meninos riram com a cena, mas eu fico imaginando o que passava na cabeça dela “é muitaaaa água mãe, não quero tomar banhooooo aí nãoooo”. Ah, a Aimê não gosta de banho, apesar de se comportar quando toma banho. Mas para levá-la ao banheiro, ela te dá um baile “pegaaa essa cachorra gente”.

Não deixei a Aimê andar na areia, sempre no meu colo. Apesar da Aimê ser super bem tratada e cuidada, não vou arriscar e porque eu sei que não é certo. Mas vi muitos cachorros passeando na praia, sem problema nenhum.

Encontramos seis yorkies andando livre e soltos pela areia, vasculhando, procurando algo novo e seu dono no telefone, nem um pouco preocupado com os cachorros. Eu tenho um medo danado de cachorros que andam sem coleira, por mais que sejam treinados, são cães e se virem algo que aticem, eles vão correr, atacar, ser atacados, se machucar ou sei lá, abanar o rabo?

Depois fomos no encontro do Rio Tramandaí com o oceano, mas pelo lado de Imbé, cidade vizinha, aonde tinham muitos pescadores. Lá  vimos alguns golfinhos nadando e tentando garantir o seu jantar, algum peixinho que nadava por lá…

Ver um golfinho livre na natureza, é tão lindo gente, me emocionei, pena que ele aparecia e sumia tão rápido que não conseguimos fotografar.

Todas as formas de pescar você poderia ver naquele lugar, muitos não conseguiam pegar um peixinho, só na paciência de jogar a tarrafa ou a isca usando vara, até aparecer um peixe que provavelmente ia para panela de alguém. Consegui ver dois pescadores pegando um peixe, no tempo que ficamos por lá.

Ao lado, vários restaurantes de frutos do mar e o que achei mais interessante, que lá eles fazem rodízio de peixes. Mas optamos por um “xis” mesmo,  vou postar quarta-feira para vocês conhecerem esse sanduba daqui.

Também tinham muitas mulheres pescando, algo que para mim era inédito. Tu ama sabe, vendo as mulheres sérias com suas varas e esperando o peixe aparecer.

A cidade é pequena, para quem está acostumado com tudo grande e cheio de pessoas de São Paulo, se apaixona por um lugar assim, pacato sabe?

Ela é nativa, podemos dizer, alguns lugares você via dunas de areias, lembrando do nordeste, outros você parecia que estava em alguma praia paulista nos anos oitenta. Ao mesmo tempo que é nativo, você via os navios gigantes esperando para entrar no porto, os carros parados na areia e o lixo que a água devolvia para a terra.

Enfim, um dia normal na praia :)

Eu gosto de passeios assim, gosto de ver a cidade do jeito que ela é, não para turista ver e gastar, mas o seu dia a dia, sem frescura, mostrando a sua verdade e beleza.

Espero voltar logo para Tramandaí, mas não para ficar tomando banho de sol, sendo assada na frente e atrás, mas para sentir a brisa do mar, olhar os pescadores curtindo o tempo, andar na praia e ser feliz.

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2 comentários para “Diário de Viagem: Tramandaí – Litoral do Rio Grande do Sul”

  1. Que delícia de praia! Saudades de praias assim….o teddy e a meg iam adorar correr por essas areias! Eu iria voltar pra casa com dois yorks croquete! rsrsrs

    Eles são muito bem treinados para andarem soltos, foco total em mim….só o teddy que por ser macho se distrai as vezes. Para evitar acidentes usamos aquelas guias que se estendem por até 5 metros, é muito boa!

    bjinhus

  2. Paty, conheço cães que foram treinados para andar sem coleira, só que algum motivo, atravessam a rua. Eles não olham para ver se passa o carro ou não. Os donos daqui não estão nem ai, sabe?

    Cão é complicado, são animais e se algo despertar o instinto deles, eles vão ser cães.

    Sobre a guia de 5 metros, eu tb gosto, estou louca para comprar para Aimê :)

    Bjs

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