Um gato na minha vida… e a difícil adaptação de um gato em um lugar novo!

Postado em Pets Love! / Thursday, 17 de July de 2014

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Calma, não adotei ou comprei um gato!

Esse é o Lito, ou Lido… não sei, nunca entendemos o nome do gato direito, vou explicar:

A minha vizinha é uruguaia, fofa e que cuida demais de mim e do cliente vip. Ela é a quem podemos chamar de família, enquanto estou morando longe da minha família.

Então sempre foi um problema entender o nome do gato dela, então, chamamos ele de gatinho.

Ele é um gato calmo, medroso… Mas não posso deixar de citar que é muito carinhoso, depois que ele pega confiança, gosta de um bom carinho!

A nossa vizinha precisou viajar para visitar seus parentes no Uruguai e ficamos com o gato durante 15 dias.

Lá foi a Naninha pesquisar como deixar o gato mais confortável aqui no novo cafofinho; Tudo que eu li, aconteceu por aqui.

A primeira coisa, ele foi direto para o nosso quarto e escolheu um canto bem escondido para ficar e ficou no quarto por uma semana. No que eu pesquisei, isso é normal. O gato sempre vai procurar um lugar para chamar de seu e ficar, durante dias ou semanas.

Para quem sabe ou não sabe, gato é um bicho terrorista territorialista, eles não gostam que invadam seu espaço e sofrem quando mudam para um local novo; Deixam até de comer… é triste, mas eu estava preparada para isso.

Como o nosso quarto foi escolhido como o seu novo território e a Aimê é daquelas cachorras crianças, que não vê maldade nenhuma e não sabe se defender ( até preferimos assim, cão bravo já chega dos outros), ela ia lá encher o saco do gato e levava uma patada. Calma, nada aconteceu com ela, até porque ele estava com as unhas bem cortadinhas, mas ele não queria uma cachorra cheirando e dando amor, principalmente naquele momento que ele não sabia aonde estava sua dona e sua casa.

Por esses motivos, deixávamos ele dentro do quarto com a porta encostada.

Graças a Deus, ele não deixou de comer e fazer suas necessidades na caixa de areia (que também ficavam dentro do quarto) e no terceiro dia, ele já tinha abandonado seu ponto de refúgio e estava explorando os novos cantos do quarto. A cada uma hora (igual a telesena), eu ia no quarto conferir como ele estava, brincar um pouco e dar carinho, nisso eu via ele dormindo na nossa cama ou tomando sol na janela.

Mas sair do quarto, só foi na segunda semana e claro, quando a Aimê não ficava curiosa (lembre-se, quando ela não ia atrás para cheirar o seu traseiro ou a sua carinha). Ele caminhava pela casa como fosse um território a ter armas, soldados e bombas por todo lugar, sempre com o corpo baixo e com aquele olhar de assustado.

Logo ele voltava correndo para o quarto quando sentia que teria perigo… apesar de suas reações serem claras que ele precisava de um psico, eu estava preparada (sim, novamente falo isso) e sabia que tudo aquilo era normal.

No segundo dia da segunda semana, ele já estava bem mais soltinho, subindo em cima das mesas, livros ou o que ele podia imaginar que era um lugar bacana de se ficar.

Sim, ele subiu até em cima do varal de roupa (aqueles de chão), achando que ali era um lugar bacana, até derrubar o varal e sair correndo a milhão para o seu lugar preferido no quarto.
Eu fiquei realmente feliz, quando ele começou a deixar a Aimê dar cheirinhos no focinho dele de bom dia. Nesse momento passou a curiosidade dela, já que realizou a sua missão: dar uma cheiradinha no bichano.

Na foto do instagram, vocês podem ver que os dois se tornaram amigos, um ao lado do outro, sem problemas ou brigas normais de cão e gato. Foi um belo presente de aniversário para mim.

Ah, teve um momento de puro terror para nós. Saímos para levar a Aimê para sua caminhada diária e quando voltamos, cadê o gato?

Olhamos e tudo estava fechado, será que ele entrou dentro da privada e deu descarga?

Chamamos, gritamos e estávamos quase chorando… quando eu decidi pegar a tigela de comida e fazer barulho.

Não é que o bonito saiu de trás da tela do computador do cliente vip, como se nada tivesse acontecido?!

A tela do computador fica de costas pra duas paredes, então é um cantinho que não dava para ver e tem um espaço bom pra gato esconder por ali. Nunca íamos imaginar que ele estaria por ali, nunca mesmo, essa me surpreendeu!

Quando o amor reinava e estávamos pensando em ter ou não um gato (ou outro cachorro), a vizinha chegou de viagem e pegou o seu filho felino.

Sentimos saudades?

Não, é só ir no apartamento ao lado e fazer carinho no nosso amigo.

Depois que ele voltou para sua casa, a Aimê voltou com sua missão de encher o saco do gato (agora na casa dele) e ele voltou a encontrar pontos de fugas para não receber as suas cheiradinhas.

É de dar pena, porque ela gosta tanto dele, que chega até chorar e ele, ignora… ignora, com aquele olhar “vai procurar a sua turma e me deixa em paz”, já que cheirada no focinho e no rabinho, é coisa de cachorro.

“E aí Naninha, vai ter um gato?”

Olha, com toda sinceridade?

Não é o tipo de animal para nós dois, conversamos muito sobre isso, ainda somos apaixonados pelas maluquices que só um cachorro pode proporcionar. Teria, até teria, mas ainda prefiro um cão. Eu já tive experiência de ter em casa um gato (quando solteira) e com essa, acho que um cão combina muito mais conosco do que um gato.

Mas não posso deixar de falar, nós dois amamos qualquer tipo de animais (tirando alguns óbvios, é claro).

Ps.: ficaram curiosos para saber qual era o seu canto de refugio? Embaixo da nossa cômoda. Pode isso Arnaldo?

Roupa para cachorro de Tricô {Primeira Tentativa}

Postado em Craft, Pets Love! / Tuesday, 08 de July de 2014

Foi a minha primeira tentativa em fazer algo de tricô para Aimê… e podemos dizer que teve mais erro do que acerto, mas que vale é a intenção e um cachorro quentinho nos dias frios :)

Eu, Naninha gordinha e tricoteira, acredito que cada cão é um cão, sempre melhor medir (se o cão deixar) antes de começar alguma coisa e eu fiz isso com a Aimê… só tive um problema, achei que a roupa ficou justa, mas dei uns pulinhos e consegui arruma-la para não perder o trabalho inteiro.

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Material: 2 novelos de lã e 2 pares de agulha numero 6.

Comecei fazendo 60 pontos na agulha e trabalhei dois pontos tricô e dois pontos meia, para fazer a gola da roupa.

Ah, como sempre, esqueço de contar quantas carreiras, mas o dela ficou com 5cm, porém a receita base que eu estava seguindo pedia +/- 3cm.

Depois que fiz a gola, adicionei 5 pontos no começo e mais 5 pontos no final e trabalhei o ponto meia até chegar a 4,5cm (mais ou menos)…

Nota Mental numero 1:  por causa dos pêlos da Aimê e se eu for fazer a próxima roupa, vou aumentar 10 a 15 pontos para cada lado.

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Agora chegou o momento critico: a abertura dos braços!!!

Você precisa trabalhar 12 pontos em tricô (o avesso da roupa), finalizar 4 pontos (juntar dois pontos e transformar em um), trabalhar 38 pontos em tricô, finalizar 4 pontos e trabalhar 12 pontos em tricô.

Nota mental numero 2: fazer 12 pontos em tricô, finalizar 6 pontos e assim vai… algo assim, já que achei que os braços ficaram apertadinhos.

Em seguida, você trabalha os 12 primeiros pontos, fazendo 11 carreiras.

Coloque esses doze pontos em uma outra agulha de tricô com a mesma numeração e prenda com alfinete, corte o fio da lã e reserve.

Retorne os 38 pontos, fazendo 11 carreiras e corte a lã.

Termine os últimos 12 pontos em tricô que ficaram na espera, fazendo 11 carreiras.

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Retomar todos os pontos e tricotar da seguinte maneira: trabalhe os 12 primeiros pontos, aumente 4 pontos, tricotar os 38 pontos, aumentar 4 pontos e finalizar os 12 pontos que sobraram na agulha (ufa!).

Depois é só continuar o ponto tricô conforme o tamanho do corpo do cão.

Para finalizar, termine a roupa com o ponto sanfona – fazendo 2 pontos meias e 2 pontos tricô. No meu caso foram 4cm altura para a finalização.

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Com uma agulha (usei de crochê), as linhas que sobraram, você faz um nó na roupa e corta. Eu ainda queimei a pontinha, algo que eu lembrei que a minha avó e mãe faziam.

Não fiz os bracinhos por achar que ficou bem apertadinho e nem quis finalizar com ponto baixo do crochê para ficar mais larguinho.

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Agora o momento desabafo: a Aimê está bem peluda, quando fui fechar com a costura… ficou muito apertado. Decidi arrumar com crochê, fazendo uma tirinha e costurando com o próprio crochê.

Eu sei, vocês podem me chamar de “loka das agulhas”, poderia ter feito essa parte no próprio tricô. Porém eu me irritei, cansei e a paciência deve ter voltado para São Paulo e parti para o crochê…

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A modelo nesse dia não estava muito a fim dos flashs, fez até pouco caso com o biscoito… deve ter pensado “que saco mãe, me deixa quieta por favor” e eu tentando até fazer pirueta para ela fazer pose de modelo na passarela.

Não costurei a golinha, assim, ficou parecendo gola de blusa “de gente”, dobradinha e achei tão bonitinho, tão fashion ♥

Puro charme, até parece que é gente, coisa linda da mãe!

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Para finalizar essa tentativa de roupa, que na verdade virou roupa (vamos combinar?), a Aimê manda um beijo para vocês que lêem o blog da mãe!

Eu não sei se esse tutorial vai ajudar, ou atrapalhar mais a vida de vocês, mas o que vale é a intenção.

Ah, se você quer aprender tricô clique aqui e para as canhotas, é só clicar aqui.

Passeando com a Aimê no Parque Germânia

Postado em Pets Love! / Wednesday, 26 de February de 2014

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Confesso que a Aimê é como filha para mim e não consigo ficar muito tempo longe dela, por esses motivos, acabo levando ela para lugares que ela consiga ir andando, que conseguimos carrega-la a pé ou que dependemos de carona ou táxi (claro, uma corrida econômica).

Aqui já andamos com ela dentro de shopping (sempre no colo, não vi se é permitido deixa-la no chão, mas no colo, os seguranças do shopping não falaram nada), já fomos em bares e padarias com áreas abertas (dentro não pode) e claro, praças e parques.

Esses dias fomos em um parque bem bacana que tem aqui em Porto Alegre, que é novo perto dos outros parques e super estruturado para quem tem cachorro!!

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O Parque Germânia tem um caminho de pedra bem larga para você fazer caminhadas com seu dog e outras pessoas aproveitarem também para andar de bicicleta ou skate. Tem várias quadras, espaço para as crianças, área de mata reservada (dizem que ali tem animais, mas não vi nenhum), é um parque limpo e o mais especial que me chamou a atenção, é o espaço reservado para os cachorros!!!

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Quando eu estava em São Paulo, na Praça/Parque Buenos Aires também tinha uma área para soltar os cachorros (literalmente) e claro, os donos ficarem mais relaxados, conversando enquanto os seus filhos caninos brincavam. Mas era um espaço pequeno e normalmente, tinha muitos cachorros e a Aimê ficava estressada com todos os cachorros querendo cheira-la.

Quando eu ia na praça com ela, não entrava na parte dos cachorros por causa do seu stress com os outros caninos (era meu sonho, estilo Cesar Millan, deixá-la correndo e brincando com seus irmãos cães) e ficávamos no lado de fora, acompanhando o movimento dos outros cães.

Quando eu vi o espaço para os caninos no Parque Germânia, fiquei boba!!! É gigante perto da praça Buenos Aires, com bastante espaço para os cachorros correrem e tem até equipamentos para você fazer um agility com seu bichinho.

O único ponto negativo, é a questão do espaço embaixo da grade e da cerca. Quem tem cachorro pequeno, acaba se preocupando com isso, já que a Aimê e outros pequeninos, passam tranqüilamente por ali, caso se sintam ameaçados e queiram fugir.

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Olha a cara de felicidade e satisfação da pequena, super feliz com o seu passeio, em ter contato com a grama, de cheirar as árvores, poder andar muito e claro, com a companhia dos seus pais que ela tanto ama.

Sobre as praças: já fui em algumas praças (que são muitas), porém, fiquei com medo dela pegar algum bichinho ou se machucar,  já que achei as praças bem sujinhas e algumas, mal cuidadas. Eu ainda não me toquei como funciona a limpeza da cidade, mas parece que cada condomínio,  prédio que limpem as ruas e não tem gari como em São Paulo, para fazer em todas ruas. Logo, as praças que são de todos (algumas tem até quadra), não tem esse cuidado e as pessoas largam garrafas (vi algumas quebradas) e outros lixos no meio dela, o que é triste.

Quem quiser ter mais informação do Parque Germânia, clique aqui.

Ps.1: sempre leve com você água para dar ao seu filho canino, coloque uma plaquinha de identificação com o nome do cão, o seu e telefone de contato e claro, não esqueça dos saquinhos para recolher o cocô. Quem quiser, pode levar petiscos para recompensar o cão por bom comportamento ou como agrado.

Ps.2: Só saia com seu cão na rua com todas as vacinas em dia, vermífugado e com remédio de prevenção aplicado contra pragas (pulgas, carrapatos e etc).

Ps.3: Fora do espaço canino, sempre ande com o seu cão usando a coleira e guia.

A primeira viagem da Aimê {Levando o seu cão no avião}

Postado em Pets Love! / Friday, 31 de January de 2014

Eu tinha em mente que o gasto maior dessa mudança seria com a Aimê e por esses motivos, pesquisamos muito para decidir qual seria a melhor forma de levarmos nossa cachorra conosco. Nossas principais perguntas: “Qual seria a forma mais rápida e menos cansativo para a nossa pequena?”, “Vale a pena alugar um carro?” ou “Avião ou Ônibus?”.

Vou contar como foi essa saga “minha filha vai comigo, nem que seja a pé!”:

- Colocamos no papel os custos e benefícios de irmos embora de carro… apesar de ficarmos mais “livre” por poder parar em algum posto na estrada, precisaríamos achar um carro grande para trazer a mudança conosco.

Deixamos muitas coisas para trás, mas ao mesmo tempo, precisávamos trazer as roupas, a máquina de lavar roupas, geladeira, fogão, mesas, computadores e etc. Não ia valer a pena pelo risco (já que não teríamos seguro da mudança) e  possibilidade de achar um carro de grande porte que leve tudo era mínima. Sem contar, que seria complicado achar um lugar para dormir e que aceite cachorro.

Logo, descartamos a viagem de carro.

- A viagem de ônibus também era uma das alternativas! O pouco que eu li, você compra uma poltrona para o cachorro que precisa ir dentro do kennel no seu lado. Mas paramos e pensamos, é muito tempo de estrada e a Aimê não estava acostumada com viagens longas.

Outro detalhe, que toda vez que íamos ver uma caixa/mala de transporte, ela se estressava e queria fugir para o mais longe possível. Agora imagina um dia inteiro, ela presa dentro de uma caixa, estressada e não entendendo nada do que está acontecendo. Também foi descartado essa possibilidade de viagem.

- Sobrou a viagem de avião, que dura uma hora e vinte minutos!! Que também não seria nada barato, pela pequena pesquisa realizada… mas era o ideal.

Primeira providência foi pesquisar sobre transporte de animais em todas as companhias aéreas!

A Aimê não é uma yorkshire terrier pequena, ela é bem grandona (tamanho de um Maltês? Acho que sim!) e pesa cinco quilos e meio. A única companhia certa para levar a Aimê, seria a TAM que aceita cachorros até 10 quilos na cabine.

Porém, o kennel permitido é minúsculo e li na internet algumas pessoas reclamando, que até um cão de dois quilos não ficava confortável naquelas medidas. A única coisa que me motivou foi relatos de blogueiras que viajaram com a TAM, falando que a companhia apenas pesa o animal e não faz a medida do kennel.  Assim, comecei a rezar para ter a mesma sorte que essas blogueiras…

Segundo passo, foi os preços:

Taxa de R$ 90,00 (noventa reais) + (Total do peso da caixa de transporte e do animal multiplicado pelo correspondente a 0,5% da tarifa cheia, do trecho a ser voado).” – Texto tirado da página da TAM.

Primeiro, o atendimento da TAM por telefone é horrível!

Na verdade, eu não tive atendimento, porque fiquei uns 20 minutos falando com uma voz eletrônica, que não entendia nada que eu falava. Quando consegui ser transferida para um atendente, fui informada que era uma espera de 1h30 minutos…

Desliguei o telefone!

Pedi para uma amiga ver com o seu marido, que é agente de viagem, o valor da tarifa cheia (mesmo não sendo a tarifa do dia da viagem, só para ter noção do $$$ que teríamos que pagar), além dos 90 reais, pagaríamos mais cento e pouco da passagem da Aimê.

Logo, percebi que a viagem da Aimê ia ser mais cara do que as nossas passagens!! Contando com o valor de transporte, veterinário e o Kennel.

Certo, foi o momento de pesquisar em as outras companhias para transporte no porão!

A primeira que liguei foi para Avianca (eu tinha vindo com eles para Porto Alegre e amei). No site ainda estava transporte de animal com o kennel até cinco quilos. Eu já sabia que ela não poderia ir conosco na cabine, mas queria ver se eles transportavam no porão.

Tive uma grande surpresa, a atendente informou que poderíamos leva-la conosco na cabine, já que Avianca aumentou o peso do animal com o kennel para 8 kilos. Imagina minha felicidade, só não lembro se dei pulinhos de felicidades na sala naquela hora.

Outra coisa que me agradou muito, foi as medidas do kennel  da Avianca, que é  maior das medidas informada pela TAM. Isso me deixou muito feliz, já que a Aimê não ia viajar estilo “sardinha”.

Não reservei a passagem e fomos correndo no Pet Center comprar a sua malinha… eu não sei aonde as companhias tiram as medidas, porque é impossível achar algo do tamanho que eles pedem. A maioria dos kennel custam 250 reais, uma fortuna, mas conseguimos achar um kennel com as medidas próximas da Avianca e custando 70 reais, uma bela economia!

Pronto, compramos a malinha e fizemos o adestramento para a Aimê entrar e ficar quietinha (vou fazer um post com fotos ou quem sabe um vídeo, de como foi esse adestramento). Depois de três dias e muitos petiscos, ela acostumou com a malinha e começou a ficar quietinha dentro dela.

O último passo, foi  o veterinário!!

Foi uma facada para tirar um simples atestado de saúde, foi cobrado 100 reais…

Acredito que esse valor é por causa do bairro que morávamos, clinica de bairros mais afastado do centro, devem cobrar bem menos.

Reservamos nossas passagens pelo site (que sai mais barato do que comprar pelo telefone) e liguei para Avianca pedindo o transporte da pequena, no mesmo dia tive a confirmação do seu embarque conosco.

Chegou o grande dia, passamos pelo check-in tranqüilamente, a Aimê tinha engordado 400 gramas, mas nada que atrapalhava a sua viagem. A guria também não mediu o kennel, mandou preencher uns papeis e ir na loja pagar a “passagem” da minha pequena.

Fiquei rezando no lado de fora da loja para não ser uma facada e quando o cliente vip chegou, falou “sabe quanto foi?” e eu “não, me fale”…suspense!! E vocês, sabem quanto foi????

Acreditem, foi 36 reais!!! A passagem da Aimê foi 36 reais!!!!

Depois de pegar os documentos da Aimê, as fichas preenchidas e a autorização, partimos para o Embarque. Para quem nunca viajou de avião com o seu Pet, você tira o cachorro do kennel para passar no raio-x, pode ser uma informação besta, mas achei que ela ia passar naquela caixinha preta dentro do kennel hehe

Ela foi bem tratada por todos, a agente do raio-x da Infraero ficou apaixonada pela pequena!

Engraçado é ver a cara de todos do aeroporto na sala de embarque, não acreditando que um cachorro estaria embarcando conosco na cabine. Algumas pessoas chegaram a questionar se o kennel (e ela) não eram muito grandes para ir na cabine… “oláááá, se ela passou pelo check-in, está tudo dentro das regras de transporte de animal da Avianca e ninguém falou nada, porque você tem que falar?!”

Outras pessoas ficaram surpresas de poder levar o animal conosco na cabine, pediram informação e perguntaram do valor.

O embarque e a viagem foi super tranqüilo, o chefe de cabine (ou comissário chefe, antigamente) foi todo atencioso e preocupado com a sua passageira canina. Ele até falou que tem uma cachorra e que ama de paixão, por isso trata seus passageiros caninos com atenção. Perguntei se poderia levantar o kennel para dar uma olhada nela (já que ela viajou nos nossos pés, isso é regra para todas companhias!) e ele falou para não tirar ela da malinha, mas que poderíamos sim levantar por pouco tempo e ver se estava tudo ok.

A viagem durou uma hora e trinta minutos, a Aimê chegou bem, saiu da malinha ansiosa e estranhou muito no começo. Mas quando chegou em casa e reconheceu suas coisas, o cheiro e os móveis, ficou mais relaxada. A única coisa que ela anda sofrendo (e nós também), é com a onda de calor que está aqui no Sul. Mas isso não tem o que fazer, apenas rezar para o tempo virar e esse calor ir embora.

Mais informação, sobre o transporte de animal pela Avianca, clique aqui.

Comercial fofo pra Cachorro

Postado em Pets Love! / Sunday, 04 de August de 2013

Não aquentei, tive que colocar três propagandas para vocês verem:

Acho lindo o West Highland White Terrier, poderia até falar que a Aimê não leia essa postagem, mas eu já comprovei que ela não tem ciúmes dos amigos/irmãos cachorros, então, posso escrever sem medo de ser feliz.

A minha filha canina ama esse tipo de comidinha, apesar de algumas amigas falarem para não dar, que depois ficam com frescura de comer a ração pura e o numero dois sai bastante fedidinho.

Mas já comprovei que  a Aimê não tem esses problemas, ela é fominha de qualquer jeito e eu não senti cheio ou diferença do numero dois.

Mito? Verdade?

Não sei, pode ser que a minha cachorra é diferente, mas que ela fica super feliz quando vê eu pegando essas comidinhas para por no pratinho dela, não está escrito viu?!

Infelizmente, essa é gringa, mas eu já vi algo parecido (só não lembro se foi essa, mas acho que era uma francesa) vendendo por aqui, claro, com um preço bem salgadinho.

Quem quiser ver mais, clique aqui.

Pets e decoração

Postado em Pets Love! / Thursday, 18 de July de 2013

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{Foto Revista Casa e Jardim}

O post é mais para falar de algo que não tinha visto até agora, um espaço para Pet na Revista Casa e Jardim.

Essa matéria fala de espaços chiques para os bichinhos, um pequeno jardim, aonde eles podem brincar ou até um quarto com todos itens para deixar um gato feliz.

Eu, uma mera mortal, não vejo necessidade de ter algo desse estilo por aqui, mas ficaria feliz com um jardim :)
Acredito que a Aimê também, mas eu sei que ela bagunçará todas as plantas do lugar… hunf…

Para ver mais, clique aqui.

Para os dias difíceis… Prozac!!! {Pet Love!}

Postado em Pets Love! / Saturday, 04 de May de 2013

ProzacDog

“Pronto, agora a Nana vive de Prozac…”

Oi?!

Calma, o Prozac é o primo da Aimê, o cachorro da família do cliente vip. Um gigante feliz, atrapalhado, guardião, com cara de bravo mas com um coração gigante. Agora que está velhinho, anda também resmungão. Fiz essa ilustração de presente para a família do meu marido, e ficou tão legal, que achei que era digno de uma postagem aqui no blog.

Eu já cogitei de ter um Boxer, eles são tão fofos e companheiros, a questão toda que na minha vida existe um mini pequeno apertamento, o coitado do cachorro ia virar a bunda e entrar no quarto, dá um passinho para trás e chegaria na sala e se virar a cabeça, entrou na cozinha. Isso é muita judiação para um cão desse porte.

Mas vamos ser digna, que todo gigante tem um coração bom e a Dona Aimê, amaaaaaaa brincar com ele e ele ama brincar com ela, dando uma canseira absurda e destruindo a casa do meu sogro, mas ninguém se importa… é o efeito amor mais que especial que toma o coração da gente ♥.

Simon’s Cat, não tem como não apaixonar {Pets Love!}

Postado em Pets Love! / Friday, 19 de April de 2013

 

Ahh estou apaixonada, apesar de não ser a louca do gato (do cachorro eu sou?!), me apaixonei pelos gatos do Simon, tão fofoooos e meigos. Eu já tive gato, o Nicolau, que mais dormia e tomava banho de sol, e acreditem, ele não saia para a rua… ele era estranho, mas era o meu gatinho que viveu 16 anos e agora deve estar dormindo e tomando banho de sol no céu.

Hoje eu sou muito mais cachorro, não sei, gato tem sua personalidade forte e é um animal mais na dele. Nunca vi o Nicolau fazer festinha, mesmo para a minha mãe (a pessoa que ele mais amava na casa). Quando ela chegava de viagem, ele virava as costas para ela dizendo “não estou nem ai para você”, porém, antes dela entrar em casa, ele miava como o mundo estivesse acabando. Ele realmente era estranho.

Para ver outros vídeos, só clicar aqui e visitar o canal do Simon’s Cat.

Gatos no quarto {Decor}

Postado em Brincando de Casinha, Pets Love! / Wednesday, 17 de April de 2013

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{Fotos Apartment Therapy}

Não é novidade que gatos adoram dormir no quarto quando não estão se aventurando na vizinhança :)

Mas assumir uma decoração na sua casa aonde o tema são eles, é algo super bacana para os amantes do gato. Deixo aqui algumas fotos para inspirar o pessoal que ama seus gatos e gostaria que sua personalidade e casa refletisse isso. Para ver mais, clique aqui.

Cama para três… {Pet Love!}

Postado em Pets Love! / Thursday, 14 de March de 2013

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Foto antiga, tirada em um dia frio depois de uma boa noite de sono, ela com preguiça de se levantar e curtindo o solzinho entrando pela janela… ownnn.

A nossa cama é compartilhada e não foi pela nossa vontade. No começo ela dormia na caminha dela, esperava os dois dormir e pulava para nossa cama e dormia nos pés. Com a chegada do frio, ela foi subindo, dormindo no meio dos dois e assim ficou.

Achamos ruim?

Claro que não, ao contrário, adoramos. Apesar de não ser o certo (será?), dizem que os cães precisam saber o lugar deles… tentamos senhores especialistas em comportamento canino, mas não rola e ainda bem, ela é pequena.
No calor, ela fica nos pés ou pula para o sofá e já peguei ela dormindo sozinha na sala. No inverno, ela dorme mesmo no meio de nós e se deixar, se enfia embaixo das cobertas.

Não atropelamos ela na cama, ao contrário, as vezes quem atropela a gente é ela. Muitas vezes acordamos e ela está dormindo em cima das nossas costas, ou com o bumbum na nossas cabeças, ou empurrando a gente com as patinhas. Além do marido roubar a coberta, tenho que ficar alerta com esse tipo de roubo vindo pela parte dela também (ahhh mãe, pelo menos a pontinha vai?!).

O melhor de tudo, é acordar com lambidas e/ou festinhas, mostrando felicidade de termos mais um novo dia na nossa vida.

Eu fico aqui, sonhando, quando tivermos o nosso filho, será uma cama para quatro e não para três. E lá vamos nós comprar uma king para caber todos nós na hora de dormir.

Ps.: se ela fosse porte médio ou grande, com certeza não dormiria conosco. Bem, se ela fosse porte médio ou grande nem teríamos ela, já que o apartamento é muito pequeno para nós dois, imagina para um cachorro grande que dá uma voltinha e bate na parede do quarto, dá outra voltinha e entra na cozinha e dá um passo para trás, está no banheiro. Isso não é legal, não mesmo.