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Gramado: Dica de Viagem Romântica para os apaixonados!

Ou para quem quiser sentir frio agora no inverno… se o inverno chegar aqui no sul, já que na cidade de Porto Alegre só chove.

Sim, eu quero o frio, preciso do frio e estou achando que São Paulo é mais frio que aqui (e sem chuva).

Mas o assunto não é chuva, não é frio e sim romance!!!

Ah, Gramado é aquela cidade fofa, linda e cara. Para os paulistas de plantão: é estilo Campos de Jordão só que muito (mas muito) mais legal.

A cidade é linda, parece que estamos em outro local do mundo, porém, é uma cidade cara, totalmente voltada para comércio e turismo.

 

Gramado

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Fizemos essa viagem para Gramado de um dia e sim, a maioria dos Gaúchos de POA fazem que nem os Paulistas de Sampa em Campos de Jordão: sai super cedinho, curte a cidade até a noite e volta para cidade.

Só se for algo em especial, vale a pena passar uma noite com sua namorada(o)/esposa(o)/amante em um hotel ou pousada bem fofinha, com direito a restaurante chique/romântico, com muito vinho e vários bombons de chocolate.

Para quem está vindo para passar uma semana ou ter uma mini férias aqui no Sul, tem muitas outras coisas para fazer, ver e curtir. Oi? Você está vindo para ficar mais dias? Ou já conhece a cidade, mas quer ver outra coisa?

Para quem for visitar Gramado nesse final de semana – dia dos namorados, deixo a dica de passeio o Parque do Lago Negro, que são essas três primeiras fotos (com pedalinhos de cisnes). Lugar é lindo, romântico e perfeito para você namorar o seu amor.

Quero voltar para conhecer os parques para fazer trilhas e etc e os vinhedos. Quem sabe logo, assim espero :)

Se você tiver alguma dica ou postagem da Serra Gaúcha e quiser deixar nos comentários, fique a vontade, vamos mostrar que o nosso Rio Grande do Sul é lindo, é sim senhor!!

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Gelson Lanches e seu xis de Strogonoff

Começo a postagem pedindo desculpas:

As fotos não ficaram bacanas, mas registrei o momento e isso que importa. Não tinha muito o que fazer, já que fomos no Gelson as 23h da noite e eu nem estava esperando ir comer por lá. Mas fomos (e agora ando com a câmara sempre dentro da bolsa,) e é um lugar que merece estar aqui no Manga.

Gelson Lanches

Começamos o trabalho com Fruki, o Guaraná mais queridinho do Rio Grande do Sul. Esse é de garrafa, vamos ser sincero, refri em garrafa é puro amor e sabor. Quando alguém vier para cá, é necessário tomar esse refri, senão, tu não experimentou o “seu lado gaúcho de ser”.

Gelson Lanches

Ai tu parte para o menu, quem é de fora vai achar os preços meios salgados… mas espera aí, existe uma jogada:

Um lanche inteiro é para quatro pessoas e não para uma. Logo, tu reparte o preço por quatro e o preço sai bem em conta para um lanche bem servido. Vale a pena!!

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Gelson Lanches

Pedimos o xis de Strogonoff e os meninos pediram um xis normal, sendo que foi meia porção de cada sabor.

Eles entregam a meia porção em dois pratos, nem se desespere achando que virá dois lanches em um prato apenas.  Agora reparem no xis de Strogonoff, o monstro que tu precisa matar e devorar. Tu pensa que ele vai te derrotar, mas consegue comer o último pedaço pedindo desculpa ao mundo por cometer o pecado da gula.

Gelson Lanches

A composição do lanche é strogonoff e batata palha por fora e por dentro do pão: milho, ervilha, cebola, tomate, alface, salsa, maionese, mostarda, catchup, ovo e queijo. Confesso, que amei o lanche, é o primeiro xis de Porto Alegre que conquistou o meu coração. Bem feito e o sabor da ervilha e do milho não dominam o lanche.

O lanche (meia porção) foi 25 reais, ai tu fica pensando “aonde duas pessoas vão comem bem por esse valor em SP”?

Ah, não é que aqui tudo é barato, existem lugares caros também (e xis caros também), mas tu encontra lugares honestos e com comida boa sem ser assaltada (toc toc toc).

Comparado com São Paulo, esse valor é promoção-bota-fora-deu-a-loka-no-chapeiro!!

Gelson Lanches

Esse é o monstro dos meninos, um simples lanche com filé mignon. Apesar de ser menor que o nosso, eles também entraram em guerra para devora-lo.

O Gelson Lanches fica na zona sul de POA e tem tele-entrega na zona Norte. Para quem quiser saber mais, só entrar aqui.

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Templo Budista em Três Coroas – RS

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Templo Budista em Três Coroas – RS

Para quem vem visitar a Serra Gaúcha e alugou um carro (ou está com alguém com carro), não pode deixar de fora do seu roteiro o Templo Budista Khadro Ling que fica em Três Coroas. A cidade já é um ponto turístico bem fofo, sabe aquele lugar de interior para chamar de seu?

Ela é pequena, acolhedora e dá vontade de parar  na praça central para tomar um chimarrão. Mas a nossa missão não era a cidade e sim conhecer o que estava na montanha, o Templo Budista!

Depois de subirmos uma estrada de terra (ou pedra?!), chegamos no meio do nada com um portão bem simples, aonde tu precisa desligar o motor, informar quantas pessoas tem no carro e entrar. É proibido fumar e beber bedidas alcoólicas no lugar.

Templo Budista em Três Coroas - RS

Templo Budista em Três Coroas - RS

Antes de ir, recomendo que pesquisem no google sobre a vida de Buda e do Budismo Tibetano. O monumento de Buda representa a sua história e trajetória de vida. Vocês vão olhar e achar lindo as imagens, ao mesmo tempo, vão encontrar muitas informações. Mas se ler sobre a vida dele, logo entenderá que cada imagem tem um significado e eu acho que é a forma mais bonita de contar uma história.

Na verdade, esse monumento (estátua) é a coisa mais linda que eu já vi na vida!

Nem preciso dizer que virou papel de parede no meu computador  ♥

Templo Budista em Três Coroas - RS

Templo Budista em Três Coroas - RS

São vários templos, cada um com a sua importância e eu fiquei com muito desejo de fazer um retiro. Ainda sou crua no Budismo (apesar de seguir a 3 anos), não sou a pessoa ideal para explicar o significado de cada uma e etc. Mas só de tu estar lá, é algo mágico e já dá uma vontade enorme de “pedir licença”, cruzar as pernas e meditar.
Na foto acima a “Terra Pura de Padmasambhava” com a réplica da morada simbólica desse mestre que levou o budismo da India para o Tibete.

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Em todos os lugares, você encontrará bandeiras de orações.

Não são simples orações e sim, são mantras que são levados pelo vento, sendo compartilhados para qualquer pessoa, não importando a crença, etnia, necessidade ou classe social.

Isso que eu acho mais bonito, porque todos tem costume de orar para si ou para alguém próximo. Raramente pensamos em orar para um desconhecido, alguém que nunca vimos ou que nunca vamos encontrar.

Uma oração faz bem, independente quem vai recebê-la.

O blog tem dessas coisas, nunca sabemos quem está aqui lendo, então desejo que os ventos levem essas orações até a sua casa ou para as pessoas que nunca leram e nem vão entrar aqui no blog; Mesmo eu não sabendo quem são vocês ou o que fazem.

Templo Budista em Três Coroas - RS

A flor de lótus é a flor que eu mais gosto, sério, antes até de dar os primeiros passos no Budismo.

Segue uma pequena explicação:

“No simbolismo budista, o significado mais importante da flor de lótus é pureza do corpo e da mente. A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais, e a flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

É simbolicamente associada à figura de Buda e aos seus ensinamentos e, por isso, são flores sagradas para os povos do oriente. Diz a lenda que quando o menino Buda deu os primeiros passos, em todos os lugares que pisou, flores de lótus desabrocharam.”

Muitos já escutaram o mantra “Om mani padme hum”, que em uma tradução não literal,  seria algo com da lama nasce a flor de lótus, mas o mais comum é Louvor para a Joia da Lotus.

Quando eu medito, sempre acompanho esse mantra que é algo que não se explica (só quem pratica, vai me entender), mas vocês podem conhecer o poder de cada palavra:

– Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses (isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores). Este sofrimento vem do orgulho.

 – Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja.

– Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo.

– Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles, etc; e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância.

– Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.

– Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou do ódio.

Ja o 14° Dalai Lama, Tenzin Gyatso fala sobre esse mantra:

Om simboliza o corpo impuro do praticante, a fala e a mente; Ele também simboliza o corpo puro exaltado, fala e mente de um Buda

Mani, que significa jóia, simboliza os fatores do método:. (A) intenção altruísta de se tornar iluminado, compaixão e amor.”

As duas sílabas, Pad Me, o que significa lótus, simbolizam a sabedoria.” “O caminho é indicado por essas quatro sílabas.”

A pureza deve ser conseguida por uma unidade indivisível de método e sabedoria, simbolizada pela sílaba Hum final, o que indica indivisibilidade

Assim, a seis sílabas, Om Mani Padme Hum, significa que, na dependência na prática de um caminho que é uma união indivisível de método e sabedoria, você pode transformar seu corpo impuro, fala e mente, para o puro exaltado corpo, fala e mente de um Buda.

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E para finalizar, cachorros são bem-vindos :)

Eles não podem entrar dentro dos principais templos, mas podem te acompanhar até um certo ponto para você conhecer o templo por dentro.

Se você está a toa e quer levar seu amigo ou filho cão, pode.

Vale dizer que todos os animais são bem-vindos e precisam ser respeitados, é normal você encontrar vários pássaros, formigas (por favor, não pisem nas formigas) e insetos; Também vi um lagarto grande, se escondendo nas pedras, mais ninguém do grupo viu, além da Aimê; Sabe, me senti especial, porque ele estava no seu local e decidiu mostrar a carinha para mim e a minha filha canina.

Outro aviso: todos os seres vivos merecem respeito (menos as baratas, na minha opinião ok?!… oi?! Que Budista eu sou hahahaha quem sabe, um dia eu posso amá-las. Ok, parei, papo de louco), por isso, você encontrará vários avisos pedindo para não pisar nas formigas.

Mesmo você não seguindo os ensinamentos de Buda, você poderá conhecer o lugar, é aberto para o público em geral.

Você pode se apaixonar pelo lugar, pela paisagem, pelas imagens, pela arquitetura ou por tudo, porque o lugar é lindo e já vale a viagem.

Outra informação é que a entrada é gratuita, você só vai gastar mesmo com a gasolina para chegar até o local.

Para maiores informações, entrem no site Chagdud Gonpa Khadro Ling. Vocês podem conferir os dias e horários de visita, conhecer mais sobre o Budismo, podem ver quais serão os próximos retiros e aulas sobre o budismo.

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Você conhece o Xis? Vem aqui que vou te apresentar o lanche mais famoso do Rio Grande do Sul.

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Vocês devem ter lido eu falar do “Xis”, um lanche tradicional daqui que não conquistou meu coração. Eu lhe apresento o lanche, nada mais é que um hambúrguer monstro, cheio de recheio e que cada lanchonete faz de um jeito, inventa uma nova maneira.

Aqui em Porto Alegre, todos os lanches que eu comi não conquistaram meu coração.

Primeiro que não curti a combinação do milho e da ervilha no lanche.

Segundo, alguns fazem o lanche prensado e por causa disso a maionese fica quente, junta o milho e a ervilha… sorry, não dá!

Vocês vão falar “ué, só mandar não colocar e não prensar” e eu faço sempre isso quando vamos comer um lanche com os amigos. Acabou sendo normal esse pedido de “paulista” enjoada que ama o Rio Grande do Sul.

Você pode escolher as seguintes carnes para recheio: carne, frango, lingüiça, coração de galinha, lombo de porco, fricassê e o famoso strogonoff, nada mais é que muito strogonoff dentro (se for tele-entrega) e fora do pão (se for comer no local).

Ok, fomos comer um xis em Tramandaí, escolhemos um local super famoso na cidade e que tinha mesas externas porque estávamos com a Aimê (que ficou na caixa de transporte ao meu lado).

Sabendo como eu sou chata, escolhi de carne normal que custou 12 reais com refri garrafinha, mas nem todos são esse preço…

Esse foi o primeiro xis que comi e amei, sério gente!!!

O lanche é um pão de hambúrguer de 20 cm com carne, ovo, presunto, queijo, batata frita, alface, tomate e muita maionese.

O pão foi passado na chapa antes de ser montado, por isso, nada de prensa no lanchinho. Eles ainda mandam um potinho cheio de maionese para você lambuzar a cara em cada mordida.

A carne poderia ser mais grossa, mas também, nem liguei. Amei a batata frita dentro do lanche.

Fiquei apaixonada por esse xis, que agora nem sei quando voltarei a comer, já que a lanchonete fica na praia.

Os outros lanches com mais ingredientes ou ingredientes “xisques”, tipo strogonoff, custavam em torno de 16 a 18 reais. Para quem não tem “gula” no coração, ou não está morrendo de fome, um lanche dá para ser dividido para duas pessoas.

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Bem, não estou ganhando nada com isso, mas como foi aprovado pela “paulista” enjoada que ama o Rio Grande do Sul, segue o endereço:

Fernandes Bastos, 215 – Tramandaí/RS – site: www.xporrada.com

Prometo, que a próxima vez que formos comer um xis aqui em Porto Alegre ou qualquer outra coisa, perco a vergonha, tiro a câmera fotográfica, faço alguns cliques e falo aqui no blog, ok?!

Diário de Viagem: Tramandaí – Litoral do Rio Grande do Sul

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Saímos sábado de manhã para ir conhecer o litoral do Rio Grande do Sul e o destino foi a cidade de Tramandaí, aproveitando o convite e a carona do amigo do Cliente Vip. (Obrigado, Maurício !)

Fomos para passar o dia lá e voltar no final da tarde para Porto Alegre, nada demais, apenas para conhecer e ter um dia bacana, apesar da chuva que caiu nos dias anteriores.

O caminho é lindo, a estrada é ótima, ao lado você pode ver as plantações de arroz e quase chegando na praia, tinha uma fazenda de ventos (parque eólico) que deixou uma paulistana de queixo caído. Temos costume de ver fotos que os outros postam em outros lugares do mundo, não tinha idéia de como era e achei o máximo (vocês podem ver aqui no meu Instagram).

Tramandaí é uma cidade turística local, quem normalmente anda por lá é o povo que mora aqui no Rio Grande do Sul. Suas praias lembram muito Praia Grande, Itanhaém ou Mongaguá, antes da construção das orlas com ciclovias, quiosques e paisagismo.

Uma das coisas que me fez lembrar do passado, foi ver os carros na areia das praias, coisa que você não vê mais nas praias paulistas (que não faz bem nem para o carro e nem para a praia. Mas ali não tem lugar para parar o carro… eu acho, enfim, não quero entrar em detalhes também, até por que eu não sei do por que é assim).

O tempo estava nublado, porém não choveu depois das 10 da manhã, estava ventando muito e quem arriscava ficar na água eram apenas os surfistas.

Foi a primeira vez que levei a Aimê para a praia. Acredito que ela ficou perdida com tantas informações e quando coloquei as patinhas traseiras na água, ela ficou “nadando” nos meus braços. Os meninos riram com a cena, mas eu fico imaginando o que passava na cabeça dela “é muitaaaa água mãe, não quero tomar banhooooo aí nãoooo”. Ah, a Aimê não gosta de banho, apesar de se comportar quando toma banho. Mas para levá-la ao banheiro, ela te dá um baile “pegaaa essa cachorra gente”.

Não deixei a Aimê andar na areia, sempre no meu colo. Apesar da Aimê ser super bem tratada e cuidada, não vou arriscar e porque eu sei que não é certo. Mas vi muitos cachorros passeando na praia, sem problema nenhum.

Encontramos seis yorkies andando livre e soltos pela areia, vasculhando, procurando algo novo e seu dono no telefone, nem um pouco preocupado com os cachorros. Eu tenho um medo danado de cachorros que andam sem coleira, por mais que sejam treinados, são cães e se virem algo que aticem, eles vão correr, atacar, ser atacados, se machucar ou sei lá, abanar o rabo?

Depois fomos no encontro do Rio Tramandaí com o oceano, mas pelo lado de Imbé, cidade vizinha, aonde tinham muitos pescadores. Lá  vimos alguns golfinhos nadando e tentando garantir o seu jantar, algum peixinho que nadava por lá…

Ver um golfinho livre na natureza, é tão lindo gente, me emocionei, pena que ele aparecia e sumia tão rápido que não conseguimos fotografar.

Todas as formas de pescar você poderia ver naquele lugar, muitos não conseguiam pegar um peixinho, só na paciência de jogar a tarrafa ou a isca usando vara, até aparecer um peixe que provavelmente ia para panela de alguém. Consegui ver dois pescadores pegando um peixe, no tempo que ficamos por lá.

Ao lado, vários restaurantes de frutos do mar e o que achei mais interessante, que lá eles fazem rodízio de peixes. Mas optamos por um “xis” mesmo,  vou postar quarta-feira para vocês conhecerem esse sanduba daqui.

Também tinham muitas mulheres pescando, algo que para mim era inédito. Tu ama sabe, vendo as mulheres sérias com suas varas e esperando o peixe aparecer.

A cidade é pequena, para quem está acostumado com tudo grande e cheio de pessoas de São Paulo, se apaixona por um lugar assim, pacato sabe?

Ela é nativa, podemos dizer, alguns lugares você via dunas de areias, lembrando do nordeste, outros você parecia que estava em alguma praia paulista nos anos oitenta. Ao mesmo tempo que é nativo, você via os navios gigantes esperando para entrar no porto, os carros parados na areia e o lixo que a água devolvia para a terra.

Enfim, um dia normal na praia :)

Eu gosto de passeios assim, gosto de ver a cidade do jeito que ela é, não para turista ver e gastar, mas o seu dia a dia, sem frescura, mostrando a sua verdade e beleza.

Espero voltar logo para Tramandaí, mas não para ficar tomando banho de sol, sendo assada na frente e atrás, mas para sentir a brisa do mar, olhar os pescadores curtindo o tempo, andar na praia e ser feliz.

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Acampamento Farroupilha 2014 – Porto Alegre…

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Acampamento Farroupilha 2014 - Porto Alegre

Eu brinco que sou uma gaucha paraguaia… uma paulista apaixonada por tudo que tem por aqui no sul, não nego e morro de raiva de não ter vindo para cá antes.

Um dos pedidos que eu fiz para o cliente vip era conhecer o Acampamento Farroupilha, fomos e registrei o que aconteceu por lá: muita gente, muita música tradicional (me lembrou muitos os sertanejos que eu escutava a muito tempo atrás do interior de São Paulo), muito churrasco (fogo de chão e de churrasqueira) e tu sai de brinde com cheiro maravilhoso de carne (não é sarcasmo, eu amo churrasco)  e com vontade te ter experimentado tudo que era vendido por lá.

Duas coisas que eu mais amei, foram as cadeiras forradas com pele de carneiro (lembrou da Argentina) e das barraquinhas de brincadeiras com brindes, a muito tempo que não via isso.

Outra coisa, muito linda de se ver, são as pessoas dançando, as saias rodando e todos felizes.

Infelizmente não comemos por lá, pelo fato dos preços serem bem salgados, fomos para um restaurante que merece um post aqui no blog (fotos do celular, não me julguem). Mas de conhecer e conviver com uma das culturas que eu tanto amo, foi maravilhoso.

Para quem quiser entender por que é comemorado a Semana Farropilha aqui no Sul, segue o link, já que é mais de uma hora da manhã e preciso dormir, mas precisava falar da experiência de hoje para vocês :) . Amanhã vamos dar um passeio diferente e estou mega ansiosa… Surpresa.

Beijos e até segunda!

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Diário de Viagem: Porto Alegre

Para quem caiu de para-quedas por aqui, no antigo blog eu comentei que tenho um amor platônico por Porto Alegre, mesmo não conhecendo e nem sabendo como era a cor do seu céu. Mas desde pequena, eu batia o pé que ia morar em Porto Alegre e ser feliz, muito feliz.

Morar eu não fui e nem fui fazer faculdade (que era um dos meus planos de aborrecente), mas fui me encontrar com o meu amor de infância e quando o piloto anunciou “estamos pronto para pousar em Porto Alegre” os meus olhos se encheram de lágrimas. Não quis fazer uma cena típica de “Maria do Bairro”, coloquei os óculos escuros e chorei, em silêncio… Um choro de felicidade, enquanto olhava a cidade do alto!

Quando eu sai do avião, escutei o sotaque mais bonito do Brasil (minha opinião) e fui ao encontro da minha amiga que me esperava no aeroporto. Para quem conhece São Paulo (na verdade vivi a minha vida toda em São Paulo), logo sente uma diferença gritante!

Calma, não é que lá não exista trânsito, violência e pessoas mal educadas… mas eu me senti em uma cidade do interior (de antigamente? Porque eu não sei como estão as cidades do interior hoje em dia…) onde as pessoas dão bom dia, sorriem e você consegue andar sem medo pelas as ruas. Confesso, me senti muito acolhida pela cidade e pelas pessoas que conheci por lá!

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Primeira parada foi em Ipanema, conheci uma praia localizada na Zona Sul para você não fazer nada ou andar de bicicleta, correr, conversar com os amigos e tomar um chimarrão!

Ou para turistas como eu, tomar um refrigerante mega gelado, já que o calor estava demais da conta, melhor, o calor do cão :)

O bairro me agradou demais, se um dia escolher aonde vou morar quando ficar velhinha, acho que é ali que eu gostaria de ficar!

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Um passeio obrigatório é o passeio de ônibus de dois andares pela cidade. Conta a história, visita os pontos principais e você admira a arquitetura antiga da cidade, que achei maravilhosa!

Quem for fazer o passeio, indico começar bem cedo, já que você pode parar nos principais pontos e visitar o Parque da Redenção (Farropilha), Parque Moinhos de Vento (Parcão), Mercado Público e a Fundação Iberê Camargo. O passeio custou 18 reais e novamente, vale a pena fazer esse passeio e no dia seguinte visitar cada ponto separadamente, com mais tempo. Coisa que eu não tive, fica para a próxima.

Obs.: a primeira foto é a rua mais bonita do mundo, aquela que saiu em tudo que é jornal :) o ônibus passou ao lado dela, não entrando na rua.

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Ahhh Sr. Guaíba, meu querido como tu é lindo… apesar de sujinho. Olha quem fala, quem tem o Tietê em casa, não deveria falar nada, concordam? hehe

Foi uma viagem super curta, não anunciei aqui no blog e nem para os meus amigos do Sul, já que fiquei na casa de uma amiga que se “virou nos trinta” para me mostrar a cidade e ainda por cima trabalhar, cuidar da casa, do marido e dos cachorros!! Obrigada Carol e Gui pela hospedagem, pelo churrasco, chimarrão, companhia e os passeios.

Oi?!

Continuo amando Porto Alegre?!

Claro que sim, mas agora estou de volta para minha terra (Gugu por aqui?! oi?!) e o trabalho me espera!!

Mesmo com a saudade batendo forte no meu coração ♥

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Diário de Viagem: Aruba por Elisa Barros

Hoje o post é da leitora, cliente e super mais que amiga Elisa Barros, ela vai dar dicas para quem pretende ir para Aruba, curtir um romance (ou não) e ter uma viagem maravilhosa pelo Caribe!!

Aruba

“Minha estreia no Caribe foi em Aruba e talvez por isso tenha me apaixonado tanto pela região a ponto de voltar para conhecer outras ilhas. É uma ilhazinha simplesmente apaixonante, com excelente estrutura para turistas, população muito receptiva e super segura.

Quando eu e o marido fomos optamos por um voo da Avianca, com conexão em Bogotá. A Copa voa via Panamá, mas o tempo de voo é maior. Também dá pra ir via Caracas, pois a ilha fica muito perto do litoral venezuelano.

A minha recomendação é se hospedar em Palm Beach. Essa é realmente a localização mais turística, com aqueles hotelões pé na areia repletos de lindas piscinas que ficam praticamente junto ao mar azul turquesa. A comodidade de ficar nesses hotéis é sensacional e são várias as opções de restaurantes, lanchonetes, bares, lojinhas … tudo muito perto.
Eu fiquei no Holiday Inn, que é um dos mais antigos e que tem um custo benefício excelente! Tem um centro comercial super bacana bem em frente, cheio de excelentes opções de restaurantes. Bem em frente ao hotel, praticamente no estacionamento, tem também um restaurante da rede Tony Roma´s e eu recomendo bastante. A piña colada vem numa mega taça e é deliciosa!

Aruba é um lugar muito seguro e andar de ônibus é super tranquilo. Para ir a Oranjestad (a capital) é só pegar um ônibus (que tem ponto praticamente em frente a todos os hotéis de Palm Beach). Oranjestad é exclente para se fazer compras. Jóias, eletrônicos, cosméticos, bebidas … tudo com preços excelentes! Para comprar artesanatos e lembrancinhas eu recomendo sair um pouco das ruas principais. Na rua que dá acesso ao cais, onde chegam os navios de cruzeiros, tem umas barraquinhas que vendem várias coisas bacaninhas e com preço muito amigo. Ainda em Oranjestad, em frente ao Hotel Ranaissance, tem um centro comercial bem legal com lojinhas e barzinhos.

Uma praia que não se pode deixar de ir é Baby Beach. Ela fica ao sul da ilha, do lado oposto à Palm Beach e pra chegar lá recomendo alugar um carro. Dirigir em Aruba é muito tranquilo, principalmente pra quem está acostumado com o trânsito no Brasil. Nós alugamos por dois dias e foi a melhor coisa que fizemos. Baby Beach é perfeita pra quem gosta de mergulhar com snorkel. Ao lado tem também Rodger´s Beach, que também vale a visita. Além do carro, nós também alugamos, por um dia, uma Harley Davidson. Adoramos a experiência de andar de moto num lugar maravilhoso como esse. No caminho entre o aeroporto e Palm Beach a gente passa bem em frente à loja da Harley e foi lá mesmo que alugamos. Não é barato (aliás, é caro!) mas valeu cada centavo!

Nos hotéis tem sempre um monte de gente tentando vender aqueles passeios “pega turista”. Te uns ônibus coloridos, uns jipes, passeios de catamarâ, de submarino …
Nós fizemos um passeio de catamarã de uma empresa que se chama The Palm Tours e ficamos muito satisfeitos! Foi bem legal, porque foi relativamente curto e proveitoso. Não recomendo aqueles passeios longos, que ficam horas e horas. Costumam ser cansativos e pra quem, como eu, enjoa com facilidade, eles são terríveis! Fizemos também um passeio com o Submarino Atlantis e foi a maior furada da vida! Até hoje nós “choramos” pelos muitos dólares que gastamos nele. Não recomendo mesmo!

Aruba

Se tem snorkel leve. Nós carregamos o nosso sempre! Levamos também uma bolsa estanque para a câmera compacta que nos possibilitou entrar com ela na água o tempo todo. Foi ótimo!!!
Outra dica que dou é não se hospedar com o sistema all inclusive. A ilha oferece uma infinidade de opções de restaurantes e bares super legais. Não vale a pena ficar preso ao hotel e deixar de aproveitar as delícias caribenhas!

A ilha toda fala inglês e o dólar é usado o tempo todo. Isso facilita bastante!

As placas dos carros definem exatamente o que sentimos com relação à esse paraíso! “Aruba – one happy island!”

* Por Elisa Barros, fotógrafa e dona do Blog Frango e Farofa.

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Elisa, amei a sua viagem e o lugar é lindo, nem dá vontade de voltar não é?

O difícil é convencer o meu cliente vip a encarar calor e praia, mas quem sabe um dia!!!

Obrigada por participar, quem quiser falar sobre a sua viagem, dar dicas, melhor local para hospedagem e etc, envie um email para [email protected] com fotos (sem marca d’água para que seja editada) que publicarei aqui com carinho.

 

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