Eu comprei esses medalhões suínos por 14 reais no mercado e não lembro de ter visto essa marca enquanto morava em São Paulo. Então não sei se você achará fácil ou é algo daqui, não faço idéia e nem fiz questão de perguntar ao google… desculpa, mil desculpa mesmo, é uma tal preguiça que me mata de um jeito que vou te falar.

Mas vou te contar, aqui eu vejo muitas carnes preparadas que vão ao forno apenas para terminar o seu preparo ou esquentar.

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Quem ficou interessado, entre no site da empresa, pergunte ao santo google ou tire essa dúvida com o mercado que você faz compra, deve ter outras marcas e afins disponíveis.

Para quem estava acostumado com comidas congeladas (muitas são ruins, vamos combinar?), essa me surpreendeu, apesar dessa carne não ser bem comida congelada e sim uma carne que está pronta para ir ao forno.

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Ela já vem assim, só colocar em uma churrasqueira ou no forno durante 40 a 50 minutos. Sem novidades no seu preparo e você prepara o resto do almoço de domingo sem medo de ser feliz.

No final, ficou assim:

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Só de ver a foto me enche a boca de água #vaigordinhaserfeliz de tão bom que ficou…

Fiz uma redução de laranja para acompanhar, segue a receita:

Ingredientes:

2 e meia xícaras de chá de suco de laranja (500 ml)
1 xícara de chá de vinho branco seco (200 ml)
2 colheres de sopa de açúcar
1 sachê de caldo de legumes

Preparo:

Em uma panela, coloque o suco de laranja, o vinho, o açúcar e o caldo e leve ao fogo baixo, com a panela destampada, por 20 minutos ou até o líquido reduzir pela metade.

Ps.: O quadro comprinhas de supermercado não é uma resenha de produtos enviados e nem postagem paga, eu realmente compro no mercado para experimentar e escrever sobre a minha opinião.

Essa série não esta passando no Brasil e nem sei quando começará a passar (espero que logo), mas é baseada no livro A Viajante do Tempo – Série Outlander.

A curiosidade matou o gato a gata e lá fui eu ler o livro. Bem se você é um gato ou gata, convido a continuar a ler essa postagem.

Se você é contra spoiler, mude para outra postagem ou saia do blog e volte amanhã, quem avisa amigo é ;)

Resumindo: o livro conta a história de Claire Randall, depois do final da segunda Guerra Mundial, ela se encontra com seu marido e vão passar uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de Pedras e viaja para o ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Ela conhece Jamie e mesmo querendo voltar ao braços do seu marido, os dois acabam se casando para ela não ser presa pelos ingleses, que desconfiavam dela (ah, os Escoceses também). Ah, claro, depois do casamento o amor/desejo/paixão surge e tudo fica muito, mas muito quente.

Para quem estava toda animada com Cinqüenta Tons de Cinza, não vai estranhar em ler esse livro, já que tem muito relato de sexo com clima romance total (não é nada parecido para ser sincera, mas não li Cinqüenta Tons de Cinza, só vi que os outros escreveram por aí e por isso a comparação).

Certo, até aí normal, o cara tenta ser o herói e quem acaba salvando ele é a protagonista. Quem leu até aqui vai achar que é uma novela pastelão ou uma história escrito para as coleções Sabrina, Bianca e afins.

Até que cheguei perto do final do livro, aonde fico revoltada… melhor, chocada das unhas do pé até as pontas dos fios do meu cabelo.

Acho que a escritora não gosta de homem e essa foi a conclusão, se outros chegaram a uma conclusão diferente da minha, respeito, mas respeitem a minha :)

Relatar abusos é algo que choca e muito, normalmente as informações sobre algo dessa natureza é muito bem escrita para sabermos que isso é errado e não causar tanto impacto nas nossas vidas que acompanha os acontecimentos de certos casos. Outra coisa, temos em mente por documentários e histórias que estudamos que isso era algo normal antigamente (que na verdade não é normal). Mas quando eu li o abuso do Jaime, com todos os detalhes, foi algo que eu não esperava “como assim?!”.

Não basta o cara tentar salvar a Clarie do perigo e meio que não dar certo, levar tiros, levar socos, fugir da morte, de ser preso, etc… ainda isso?

Tudo isso aconteceu porque ele permitiu ser abusado para salvar a vida da Clarie, mas tu ler detalhes, de como foi, o que o cara fez com ele… novamente, é revoltante… estou até agora chocada, mesmo lendo o outro livro que tem mais de mil páginas, já que a curiosidade é maior e quero saber quem fim deu toda a história (parece que são 8 livros, santa paciência!).

Por que você cria um carisma pelo cara, mesmo sendo um ogro com um coração bom.

Assim, a história tem partes que relata as tentativas, nenhum realizados contra a mocinha, que sempre é salva por ela ou por outro alguém ou até ele, que já tinha passado por isso também. Não pensei que chegaria a esse ponto. O final do livro fala sobre ela ter resgatado ele da mão da morte e os cuidados do seu ferimentos (corporais e emocionais), já que o amor supera tudo (essa seria a mensagem, acredito eu!)…

Eu fico pensando, será que o seriado terá essa cena ou eles vão mudar o tipo de abuso?

Tentei ler algo para saber sobre isso, mas não achei nada e acredito que nenhum jornalista deva ter perguntado.

Outra coisa que me preocupa e bastante, que essa saga é procurada pelas leitoras que ficaram órfãs do Crepúsculo. Posso estar sendo ingênua (com certeza, eu estou), mas achei que o conteúdo não é indicado pelas gurias apaixonadas pelo o vampirinho e sim para os leitores do Cinqüenta Tons de Cinza. Acho que estou ficando velha, acredito que sim.

Ps.: Li em algum blog, falando sobre o mocinho ser tão desvalorizado na história do livro. A autora queria mostrar que a protagonista é uma pessoa independente e guerreira, que conseguiria passar por tudo de ruim de cabeça erguida e com muito amor no coração. Então está bom… né?

Essa descoberta no mundo culinário do sul é algo que eu amo, tem tanta coisa boa e quando você prova a receita original, descobre que não era nada daquilo que você comeu em algum lugar de São Paulo. Na verdade eu só tinha provado cuca de banana e maçã, aqui conheci a Cuca Alemã de Uva e me apaixonei completamente. Eu precisava da receita, precisava mesmo, mas […]

Essa descoberta no mundo culinário do sul é algo que eu amo, tem tanta coisa boa e quando você prova a receita original, descobre que não era nada daquilo que você comeu em algum lugar de São Paulo.

Na verdade eu só tinha provado cuca de banana e maçã, aqui conheci a Cuca Alemã de Uva e me apaixonei completamente.

Eu precisava da receita, precisava mesmo, mas a timidez é algo grave da minha pessoa e um dia, uma revista de mercado famoso de Porto Alegre, publicou a receita junto com as ofertas do mês.

Lá foi a Dona Nana, toda faceira com suas caixas de uvas (comprei 3 caixas por cinco reais… achei barato e você?) e os ingredientes para fazer essa delícia na minha cozinha.

Cuca Alemã de Uva

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Ingredientes

500 gramas de farinha de trigo
90 gramas de açúcar
2 ovos
50 gramas de manteiga
10 gramas de sal
280ml a 300ml de água
15 gramas de fermento biológico seco (aquele que usamos para fazer pão)

Cobertura
3 cachos de uvas
50 ml de leite condensado

Farofa
150 gramas de farinha
150 gramas de açúcar
75 gramas de manteiga
1 pitada de canela

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes secos em uma bacia e misture bem.
Adicione os ovos, a manteiga e a água, e misture tudo até que fique uma massa bem homogênea. A massa deve ficar bem mole. Deixa descansar por 10 minutos.

Após isso, coloque a massa em uma forma já untada.

Prepare a farofa juntando a manteiga e o açúcar, e por último, a farinha e a canela (que eu não coloquei, sorry!). Misture tudo até que se forme a farofa. Agora coloque um pouco da farofa sobre a massa, adicione as uvas, o leite condensado (despejar o leite condensado lentamente, formando um fio bem fininho sobre as uvas) e termine cobrindo com o restante da farofa.

Espere crescer até dobrar de tamanho (eu não esperei a massa crescer, mas deixei o forno pré-aquecido), e então, asse em forno com temperatura de 170 a 180 graus por 25 minutos.

Se você usar uva sem semente é melhor, mas o preço normalmente é mais caro e eu usei a Goethe. Super gordinha e docinha, valeu a pena.

Calma, não adotei ou comprei um gato! Esse é o Lito, ou Lido… não sei, nunca entendemos o nome do gato direito, vou explicar: A minha vizinha é uruguaia, fofa e que cuida demais de mim e do cliente vip. Ela é a quem podemos chamar de família, enquanto estou morando longe da minha família. Então sempre foi um problema entender o nome do gato dela, então, […]

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Calma, não adotei ou comprei um gato!
Esse é o Lito, ou Lido… não sei, nunca entendemos o nome do gato direito, vou explicar:

A minha vizinha é uruguaia, fofa e que cuida demais de mim e do cliente vip. Ela é a quem podemos chamar de família, enquanto estou morando longe da minha família.

Então sempre foi um problema entender o nome do gato dela, então, chamamos ele de gatinho.

Ele é um gato calmo, medroso… Mas não posso deixar de citar que é muito carinhoso, depois que ele pega confiança, gosta de um bom carinho!

A nossa vizinha precisou viajar para visitar seus parentes no Uruguai e ficamos com o gato durante 15 dias.

Lá foi a Naninha pesquisar como deixar o gato mais confortável aqui no novo cafofinho; Tudo que eu li, aconteceu por aqui.

A primeira coisa, ele foi direto para o nosso quarto e escolheu um canto bem escondido para ficar e ficou no quarto por uma semana. No que eu pesquisei, isso é normal. O gato sempre vai procurar um lugar para chamar de seu e ficar, durante dias ou semanas.

Para quem sabe ou não sabe, gato é um bicho terrorista territorialista, eles não gostam que invadam seu espaço e sofrem quando mudam para um local novo; Deixam até de comer… é triste, mas eu estava preparada para isso.

Como o nosso quarto foi escolhido como o seu novo território e a Aimê é daquelas cachorras crianças, que não vê maldade nenhuma e não sabe se defender ( até preferimos assim, cão bravo já chega dos outros), ela ia lá encher o saco do gato e levava uma patada. Calma, nada aconteceu com ela, até porque ele estava com as unhas bem cortadinhas, mas ele não queria uma cachorra cheirando e dando amor, principalmente naquele momento que ele não sabia aonde estava sua dona e sua casa.

Por esses motivos, deixávamos ele dentro do quarto com a porta encostada.

Graças a Deus, ele não deixou de comer e fazer suas necessidades na caixa de areia (que também ficavam dentro do quarto) e no terceiro dia, ele já tinha abandonado seu ponto de refúgio e estava explorando os novos cantos do quarto. A cada uma hora (igual a telesena), eu ia no quarto conferir como ele estava, brincar um pouco e dar carinho, nisso eu via ele dormindo na nossa cama ou tomando sol na janela.

Mas sair do quarto, só foi na segunda semana e claro, quando a Aimê não ficava curiosa (lembre-se, quando ela não ia atrás para cheirar o seu traseiro ou a sua carinha). Ele caminhava pela casa como fosse um território a ter armas, soldados e bombas por todo lugar, sempre com o corpo baixo e com aquele olhar de assustado.

Logo ele voltava correndo para o quarto quando sentia que teria perigo… apesar de suas reações serem claras que ele precisava de um psico, eu estava preparada (sim, novamente falo isso) e sabia que tudo aquilo era normal.

No segundo dia da segunda semana, ele já estava bem mais soltinho, subindo em cima das mesas, livros ou o que ele podia imaginar que era um lugar bacana de se ficar.

Sim, ele subiu até em cima do varal de roupa (aqueles de chão), achando que ali era um lugar bacana, até derrubar o varal e sair correndo a milhão para o seu lugar preferido no quarto.
Eu fiquei realmente feliz, quando ele começou a deixar a Aimê dar cheirinhos no focinho dele de bom dia. Nesse momento passou a curiosidade dela, já que realizou a sua missão: dar uma cheiradinha no bichano.

Na foto do instagram, vocês podem ver que os dois se tornaram amigos, um ao lado do outro, sem problemas ou brigas normais de cão e gato. Foi um belo presente de aniversário para mim.

Ah, teve um momento de puro terror para nós. Saímos para levar a Aimê para sua caminhada diária e quando voltamos, cadê o gato?

Olhamos e tudo estava fechado, será que ele entrou dentro da privada e deu descarga?

Chamamos, gritamos e estávamos quase chorando… quando eu decidi pegar a tigela de comida e fazer barulho.

Não é que o bonito saiu de trás da tela do computador do cliente vip, como se nada tivesse acontecido?!

A tela do computador fica de costas pra duas paredes, então é um cantinho que não dava para ver e tem um espaço bom pra gato esconder por ali. Nunca íamos imaginar que ele estaria por ali, nunca mesmo, essa me surpreendeu!

Quando o amor reinava e estávamos pensando em ter ou não um gato (ou outro cachorro), a vizinha chegou de viagem e pegou o seu filho felino.

Sentimos saudades?

Não, é só ir no apartamento ao lado e fazer carinho no nosso amigo.

Depois que ele voltou para sua casa, a Aimê voltou com sua missão de encher o saco do gato (agora na casa dele) e ele voltou a encontrar pontos de fugas para não receber as suas cheiradinhas.

É de dar pena, porque ela gosta tanto dele, que chega até chorar e ele, ignora… ignora, com aquele olhar “vai procurar a sua turma e me deixa em paz”, já que cheirada no focinho e no rabinho, é coisa de cachorro.

“E aí Naninha, vai ter um gato?”

Olha, com toda sinceridade?

Não é o tipo de animal para nós dois, conversamos muito sobre isso, ainda somos apaixonados pelas maluquices que só um cachorro pode proporcionar. Teria, até teria, mas ainda prefiro um cão. Eu já tive experiência de ter em casa um gato (quando solteira) e com essa, acho que um cão combina muito mais conosco do que um gato.

Mas não posso deixar de falar, nós dois amamos qualquer tipo de animais (tirando alguns óbvios, é claro).

Ps.: ficaram curiosos para saber qual era o seu canto de refugio? Embaixo da nossa cômoda. Pode isso Arnaldo?

Lembram que eu ensinei a fazer curau para vocês aqui? O bagaço de milho que foi utilizado no curau (ou em qualquer outra receita que vai milho triturado), vocês podem fazer um bolo bem bacana! Bolo de bagaço de milho verde com coco Ingredientes: 1/2 xícara de farinha de trigo 200 gramas de coco ralado 1 1/2 xicara de açucar 1 xícara de leite O bagaço do […]

Lembram que eu ensinei a fazer curau para vocês aqui?
O bagaço de milho que foi utilizado no curau (ou em qualquer outra receita que vai milho triturado), vocês podem fazer um bolo bem bacana!

Bolo de bagaço de milho verde com coco

bolodemilhobagacococo

Ingredientes:

1/2 xícara de farinha de trigo
200 gramas de coco ralado
1 1/2 xicara de açucar
1 xícara de leite
O bagaço do milho de 5 espigas
1 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de sopa de manteiga

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes com uma colher em uma travessa até ficar homogêneo.
Unte uma forma com manteiga e farinha e coloque a mistura do bolo.
Asse por 40 minutos ou até ficar dourado.

Fácil, super fácil.

Aviso aos navegantes: o bolo fica bem crocante por causa do coco e do bagaço de milho e não tão fofinho. Ah sim, fica fofinho, mas não fica igual a um bolo que todos os ingredientes são em pó e líquidos, já que o bagaço e o coco são ingredientes mais pesados.

E posso falar, o marido amou (garantia cliente vip de aprovação? oi?).

Sabe um sonho? Um sonho besta, bobo, mas um sonho? Esse sempre foi meu sonho: de ter uma hortinha com ervinhas em casa. Em São Paulo, eu não tinha janela suficiente dentro do micro apartamento. Sério, eu só tinha janela no quarto, o resto eram duas janelas minúsculas, sendo que uma ficava na sala e outra na cozinha. O único lugar que poderia colocar um vaso era no hall de […]

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Sabe um sonho?
Um sonho besta, bobo, mas um sonho?
Esse sempre foi meu sonho: de ter uma hortinha com ervinhas em casa.

Em São Paulo, eu não tinha janela suficiente dentro do micro apartamento. Sério, eu só tinha janela no quarto, o resto eram duas janelas minúsculas, sendo que uma ficava na sala e outra na cozinha. O único lugar que poderia colocar um vaso era no hall de entrada, que era aberto, só com uma mureta para ninguém se matar. Ali passava os vizinhos e seus cachorros, era colocado o lixo (vai que o menino da limpeza levasse as minhas plantinhas embora? a loka!) e não dá para confiar no ar do centro da cidade. Então vontade de fazer algo, era nula.

Aqui é diferente, tenho três  janelas enormes e  grades que servem de apoio para colocar as plantas na janela;

Algo normal nos apartamentos, vejo vários tipos de plantas nas janelas dos vizinhos.

As grades também vejo como algo normal, no começo até fiquei assustada pensando “uaaaauu é violento assim?”, já que tem grades até na porta, mas não…

Sim, acontecem roubos em Porto Alegre, mas as grades servem mais para prevenir do que dar sorte para o ladrão; Claro, tem apartamentos aqui no condomínio que não tem grades nas portas e nas janelas; Outra coisa que não falei é que aqui é normal não ter porteiros e nem seguranças nos prédios, por isso das grades nos apartamentos.

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No sábado, compramos as mudas e terra na feira; Já o vaso, adubo, paninhos (não achamos a manta) e as pedrinhas (porque não achamos a argila expandida) compramos no mercado.

Chegou a hora de colocar a mão na massa, ou melhor, na terra :)

Primeiro passo foi colocar um paninho, depois as pedras e novamente outro paninho ( se usar a manta não é necessário o paninho embaixo das pedras /argila expandida );

Isso funcionará como um filtro para sua horta, deixando o excesso de água passar para bandeja e mantendo a terra no vaso.

Como usamos pedrinhas o vaso ficou mais pesado, então se vocês acharem argila expandida, comprem! O vaso ficará mais leve.

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O próximo passo é colocar a primeira camada de terra no vaso, sem segredos, certo?

Ah tem segredo sim, não pode colocar muita terra, é apenas uma caminha antes de transferir as mudinhas.

Nós misturamos a terra com o substrato, em todas as fases.

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Quais mudas eu comprei?

Comprei mudas de salsinha, cebolinha, manjerona, hortelã e manjericão.

Colocamos todas no mesmo vaso e talvez tenha sido um erro.

Vou explicar para vocês: o vídeo que nos baseamos para montar a horta (perdi o link no mundo obscuro do youtube), eles colocaram todas em um mesmo vaso; Até aí, estávamos bem e felizes.

Mais tarde, vendo como poderia fazer novas mudas e replantá-las, descobri que cada uma tem diferença: algumas gostam de brigar por espaço, outras gostam de mais água e algumas nem querem saber de muita água assim… e etc etc etc.

Então, aprendam com o meu erro: pergunte para o senhor sabe tudo “Google” e veja as caraterísticas de cada erva ou planta.

Já que isso existe e para vocês não perderem dinheiro, é valido ter mais conhecimento.

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Ainda tenho esperança que elas vão se comportar, já que aprendi naquele vídeo que não teria problemas… mas vamos ver, depois eu conto para vocês.

Se for o caso e ter disputa de território ou exagero ou falta de água, compramos tudo novamente e fazemos outros vasos.

Porque não vou desistir do meu sonho de ter uma hortinha, ali, lindona na janela da minha casa.

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Essa ai em cima, é a Ilex Paraguariensis, para os poucos conhecedores do assunto: a erva-mate.

Sim, aquela para fazer o chimarrão.

Esse é o sonho do cliente vip, plantar o seu pé de erva-mate aqui no jardim do prédio (isso é outra coisa bacana, os moradores podem plantar suas plantinhas no jardim, quando elas precisam de mais espaço) ou no quintal da nossa futura casa.

Como não tirei foto da última parte, porque os dois estavam com as mãos cheias de terra, aproveitei a transferência da muda de Ilex para o vaso e tirei fotos para mostrar para vocês:

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Primeiro abre um buraco na terra com uma pá.

Tire o plástico da muda e com todo cuidado do mundo, vai espalhando a raiz e a terra no buraco criado.

Depois dá uma empurradinha delicada na muda na terra, para ela firmar.

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No final, é só colocar mais terra e espalhar, ao redor da planta.

Fácil, super fácil.

Pelo menos eu achei :)

Claro, não esqueçam de molhar as plantas depois de todo esse processo e coloca-las em um local que bata pelo menos 3 horas de sol.

Agora eu vou ali, namorar minhas plantinhas e esperar elas crescerem, para poder utilizar suas folhas nas minhas receitas.

Ah, a feira… feira amada e querida!!! Descobri que amo fazer feira!!! Quando morávamos em São Paulo, tinha até uma feira enorme ali na estação da Santa Cecília. Mas para quem não sabe, ali virou a nova “cracolândia” ou ponto de roubos, uso de drogas e etc de São Paulo. Já ouvi várias velhinhas do bairro reclamando que foram roubadas quando estavam fazendo a feira da semana. Então, […]

Ah, a feira… feira amada e querida!!! Descobri que amo fazer feira!!!

Quando morávamos em São Paulo, tinha até uma feira enorme ali na estação da Santa Cecília. Mas para quem não sabe, ali virou a nova “cracolândia” ou ponto de roubos, uso de drogas e etc de São Paulo. Já ouvi várias velhinhas do bairro reclamando que foram roubadas quando estavam fazendo a feira da semana.

Então, preferia comprar meus legumes, frutas e vegetais no mercado na esquina de casa.

Não era de boa qualidade e os preços salgados (como sempre, para quem mora no centro da cidade), mas era o que tinha naquela época.

Aqui tem uma feira na rua paralela à minha rua, super pequena e fofa.

Em São Paulo eu pagava 4.50 reais em um pé de alface pequeno e aqui estou pagando 1.50 em um pé de alface grande e lindo.

Agora é época de milho, muitos milhos, amamos milho e até me animei a fazer curau de milho verde! Os ares de Porto Alegre estão fazendo bem para mim, principalmente para esse lado básico da vida.

Curau de milho verde

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Ingredientes:

5 espigas de milho (sem cozinhar)
1 litro de leite
1 1/2 xícaras de açúcar
1 pitada de sal

Tire os milhos da espiga com uma faca ou para os mais corajosos, com um ralador, rale os milhos da espiga.
Bata o milho com o leite no liquidificador por 3 minutos, passe em uma peneira bem fina e reserve o bagaço.
Coloque o leite batido com o milho uma panela junto com açúcar e a pitada de sal.
Mexa até começar a engrossar, após engrossar deixe cozinhar por cerca de 10 minutos em fogo baixo.
Coloque em um refratário ou pequenos ramequins.
Em cima do curau, acrescente canela em pó a gosto.

Deixe na geladeira, caso queira bem geladinho.

Com o bagaço, vocês podem fazer um bolo, que será a receita de quarta-feira, não percam.

Dica : dê preferência para espigas bonitas e grandes para preparar o seu curau :)

Hoje é mais um convite do que uma postagem :) Para quem perdeu o acompanhamento do reader do google, eu indico usar o Bloglovin’! Você pode usa-lo via site ou app (procura nas lojinhas, procura!! é grátis), assim, não precisa ficar no computador quando quiser acompanhar os blogs que tu mais ama, só levar o celular ou tablet para cama ou para qualquer canto que você vá. […]

mangacompimentablg

Hoje é mais um convite do que uma postagem :)

Para quem perdeu o acompanhamento do reader do google, eu indico usar o Bloglovin’!

Você pode usa-lo via site ou app (procura nas lojinhas, procura!! é grátis), assim, não precisa ficar no computador quando quiser acompanhar os blogs que tu mais ama, só levar o celular ou tablet para cama ou para qualquer canto que você vá.

O Manguinha está lá, para acompanhar, é só clicar aqui.

Também temos a opção para enviar por email que está na coluna lateral.

Já que é um convite, não esqueçam da fan page do facebook, instagram, twitter e pinterest. Eu ainda preciso criar coragem para o google mais… mas também tenho perfil e página por lá.

Ah, quem está acompanhando a fan page no Facebook, assinem o Bloglovin’,  por que o facebook para página está com p***ria, já que ele só mostra para alguns % das pessoas que curtiram e se quiser que vá para todos, eu teria que pagar. Super sacanagem, mas fazer o que?!

Assim, vocês vão estar sempre comigo :)

Bjs e bom final de semana.

Frango à Milanesa é um clássico, queridinho, amado… é algo que amamos de paixão aqui em casa. Você deve pensar “mas é algo tão fácil” e é sim! Mas para quem não sabe fazer, segue a receita aqui no blog: Frango à Milanesa Ingredientes: Filés de Frango Farinha de Trigo Farinha de Rosca Sal Pimenta do reino Suco de Limão Água (eu não uso ovo, lembra que […]

Frango à Milanesa é um clássico, queridinho, amado… é algo que amamos de paixão aqui em casa.
Você deve pensar “mas é algo tão fácil” e é sim!
Mas para quem não sabe fazer, segue a receita aqui no blog:

Frango à Milanesa

frangomila

Ingredientes:

Filés de Frango
Farinha de Trigo
Farinha de Rosca
Sal
Pimenta do reino
Suco de Limão
Água (eu não uso ovo, lembra que ensinei aqui?)
Óleo para fritar

Modo de Preparo:

Pegue os filés de frango e tempere com limão, sal e pimenta do reino (ou tempere da forma que tu mais gosta), deixe descansar por alguns minutos.

Para não ter muita sujeira, coloque a farinha de trigo em um saquinho e farinha de rosca em outro saquinho.

Coloque a água em uma bacia.

Passe os frangos na farinha de trigo (só sacudir o frango dentro do saco da farinha), depois na água e na farinha de rosca (novamente, só sacudir o frango dentro do saco da farinha).

Esquente o óleo e frite.

{Foto Just Kids Wallpaper} Eu sei, sei sim, que é uma lojinha gringa. Mas vamos combinar? Esses papeis de paredes são um sonho e eu, se um dia tiver filho, vou sonhar por ele… até ele mandar nas coisas dele (tipo, com 18 anos?). Hoje em dia temos sempre um amigo viajando ou morando no exterior, que dá até para comprar e essa pessoa trazer para nós […]

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{Foto Just Kids Wallpaper}

Eu sei, sei sim, que é uma lojinha gringa.

Mas vamos combinar?

Esses papeis de paredes são um sonho e eu, se um dia tiver filho, vou sonhar por ele… até ele mandar nas coisas dele (tipo, com 18 anos?).

Hoje em dia temos sempre um amigo viajando ou morando no exterior, que dá até para comprar e essa pessoa trazer para nós aqui no Brasil.

Para quem é sonhadora como eu, só clicar aqui e conhecer o trabalho Just Kids Wallpaper.