Aqui é Aipim, em São Paulo é Mandioca e no Nordeste e Norte é Macaxeira… vai saber outros nomes que existem por aí.

Independente do nome, é uma raiz que eu amo demais, só estou evitando faze-la frita porque eu já estou obesa e evito por pura consciência. Assim, o prato não deve ser algo super light, mas só de não incluir as calorias do óleo, está valendo para minha cabeça.

Nhoque de Mandioca, ou Aipim e/ou Macaxeira

nhoquedemandioca

1 kg de mandioca cozida com água e sal
2 unidades de gema de ovo
2 colheres de sopa de manteiga
Farinha de Trigo
quanto baste de molho (aí você faz um molho de sua preferência, aqui foi de carne moída com molho vermelho)
quanto baste de queijo ralado

Passe a mandioca cozida ainda quente pelo espremedor de batata e espere esfriar.
Acrescente a gema de ovo e a manteiga, aos poucos adicione a farinha de trigo. Dependendo do ponto de cozimento do aipim não há necessidade de toda a farinha de trigo. A massa vai ficar uma mistura de pouco mole, mas que solta da mão.

Coloque para fever água, um fio de óleo e sal.

Em uma bancada ou mesa (ou na pia, no meu caso), espalhe farilha de trigo, pegue um pedaço da massa e enrole-a em forma de tiras, depois faça os cortes quadradinhos.

Coloque os nhoques para cozinhar na água e retire-os quando a massa subir.

Depois é só adicionar o molho e encher de queijo ralado em cima.

Ps.: fiz graça e coloquei duas cebolinhas para enfeitar o prato, que ficou parecendo duas anteninhas… mas é apenas cebolinhas e não um bicho qualquer louco por nhoque de mandioca.

Você quer a receita de Nhoque de Batata?

Clique aqui.

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{Foto Project Greenify}

Fofo, não acham?

Acredito que uma criança pequena ia amar ficar dentro dessa casinha.

Idéia daqui.

O amor que todos sente pelas princesas da Disney é muito grande, mas eu ri com esse vídeo :)

O amor que todos sente pelas princesas da Disney é muito grande, mas eu ri com esse vídeo :)

Mais uma receitinha ilustrada aqui no blog :) Ah, na outra vez o pessoal reclamou que as outras receitas eu não tinha feito aqui no blog, então, segue o link dessa receita que já postei aqui. Quem tiver interesse no meu trabalho, é só entrar em contato no e-mail contato@bdmp.com.br e falar com o Cliente […]

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Mais uma receitinha ilustrada aqui no blog :)
Ah, na outra vez o pessoal reclamou que as outras receitas eu não tinha feito aqui no blog, então, segue o link dessa receita que já postei aqui.

Quem tiver interesse no meu trabalho, é só entrar em contato no e-mail contato@bdmp.com.br e falar com o Cliente Vip.

{Fotos Planet Decor France} Apesar de gostar de velharia, o meu estilo é bem mais minimalismo do que você possa imaginar. Primeiro, eu odeio muito objeto ou tranqueiras espalhadas pela casa. Acredito que seja por estar ocupando um espaço que possa ser útil, mas também é pelo fato de limpar. Eu odeio ter que limpar […]

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{Fotos Planet Decor France}

Apesar de gostar de velharia, o meu estilo é bem mais minimalismo do que você possa imaginar.

Primeiro, eu odeio muito objeto ou tranqueiras espalhadas pela casa. Acredito que seja por estar ocupando um espaço que possa ser útil, mas também é pelo fato de limpar.

Eu odeio ter que limpar muita coisa, tirar aquilo do lugar, puxar novamente para o lugar e blá blá blá.

Quanto maior o espaço livre, para mim é melhor.

Alguns vão falar que a casa não tem vida, realmente, vendo por esse lado, acaba ficando sem vida… mas nada que uma cor ali e acolá não resolva.

Agora me diz, que lugar é aquele da casa? Moraria fácil, já que sou um bicho do mato ligado no modo on… tipo, uma casinha no campo para ser feliz.

Para ver mais dessa casa, clique aqui.

Eu comprei esses medalhões suínos por 14 reais no mercado e não lembro de ter visto essa marca enquanto morava em São Paulo. Então não sei se você achará fácil ou é algo daqui, não faço idéia e nem fiz questão de perguntar ao google… desculpa, mil desculpa mesmo, é uma tal preguiça que me […]

Eu comprei esses medalhões suínos por 14 reais no mercado e não lembro de ter visto essa marca enquanto morava em São Paulo. Então não sei se você achará fácil ou é algo daqui, não faço idéia e nem fiz questão de perguntar ao google… desculpa, mil desculpa mesmo, é uma tal preguiça que me mata de um jeito que vou te falar.

Mas vou te contar, aqui eu vejo muitas carnes preparadas que vão ao forno apenas para terminar o seu preparo ou esquentar.

medalhao1

Quem ficou interessado, entre no site da empresa, pergunte ao santo google ou tire essa dúvida com o mercado que você faz compra, deve ter outras marcas e afins disponíveis.

Para quem estava acostumado com comidas congeladas (muitas são ruins, vamos combinar?), essa me surpreendeu, apesar dessa carne não ser bem comida congelada e sim uma carne que está pronta para ir ao forno.

medalhao2

Ela já vem assim, só colocar em uma churrasqueira ou no forno durante 40 a 50 minutos. Sem novidades no seu preparo e você prepara o resto do almoço de domingo sem medo de ser feliz.

No final, ficou assim:

medalhao3

Só de ver a foto me enche a boca de água #vaigordinhaserfeliz de tão bom que ficou…

Fiz uma redução de laranja para acompanhar, segue a receita:

Ingredientes:

2 e meia xícaras de chá de suco de laranja (500 ml)
1 xícara de chá de vinho branco seco (200 ml)
2 colheres de sopa de açúcar
1 sachê de caldo de legumes

Preparo:

Em uma panela, coloque o suco de laranja, o vinho, o açúcar e o caldo e leve ao fogo baixo, com a panela destampada, por 20 minutos ou até o líquido reduzir pela metade.

Ps.: O quadro comprinhas de supermercado não é uma resenha de produtos enviados e nem postagem paga, eu realmente compro no mercado para experimentar e escrever sobre a minha opinião.

Essa série não esta passando no Brasil e nem sei quando começará a passar (espero que logo), mas é baseada no livro A Viajante do Tempo – Série Outlander. A curiosidade matou o gato a gata e lá fui eu ler o livro. Bem se você é um gato ou gata, convido a continuar a […]

Essa série não esta passando no Brasil e nem sei quando começará a passar (espero que logo), mas é baseada no livro A Viajante do Tempo – Série Outlander.

A curiosidade matou o gato a gata e lá fui eu ler o livro. Bem se você é um gato ou gata, convido a continuar a ler essa postagem.

Se você é contra spoiler, mude para outra postagem ou saia do blog e volte amanhã, quem avisa amigo é ;)

Resumindo: o livro conta a história de Claire Randall, depois do final da segunda Guerra Mundial, ela se encontra com seu marido e vão passar uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de Pedras e viaja para o ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Ela conhece Jamie e mesmo querendo voltar ao braços do seu marido, os dois acabam se casando para ela não ser presa pelos ingleses, que desconfiavam dela (ah, os Escoceses também). Ah, claro, depois do casamento o amor/desejo/paixão surge e tudo fica muito, mas muito quente.

Para quem estava toda animada com Cinqüenta Tons de Cinza, não vai estranhar em ler esse livro, já que tem muito relato de sexo com clima romance total (não é nada parecido para ser sincera, mas não li Cinqüenta Tons de Cinza, só vi que os outros escreveram por aí e por isso a comparação).

Certo, até aí normal, o cara tenta ser o herói e quem acaba salvando ele é a protagonista. Quem leu até aqui vai achar que é uma novela pastelão ou uma história escrito para as coleções Sabrina, Bianca e afins.

Até que cheguei perto do final do livro, aonde fico revoltada… melhor, chocada das unhas do pé até as pontas dos fios do meu cabelo.

Acho que a escritora não gosta de homem e essa foi a conclusão, se outros chegaram a uma conclusão diferente da minha, respeito, mas respeitem a minha :)

Relatar abusos é algo que choca e muito, normalmente as informações sobre algo dessa natureza é muito bem escrita para sabermos que isso é errado e não causar tanto impacto nas nossas vidas que acompanha os acontecimentos de certos casos. Outra coisa, temos em mente por documentários e histórias que estudamos que isso era algo normal antigamente (que na verdade não é normal). Mas quando eu li o abuso do Jaime, com todos os detalhes, foi algo que eu não esperava “como assim?!”.

Não basta o cara tentar salvar a Clarie do perigo e meio que não dar certo, levar tiros, levar socos, fugir da morte, de ser preso, etc… ainda isso?

Tudo isso aconteceu porque ele permitiu ser abusado para salvar a vida da Clarie, mas tu ler detalhes, de como foi, o que o cara fez com ele… novamente, é revoltante… estou até agora chocada, mesmo lendo o outro livro que tem mais de mil páginas, já que a curiosidade é maior e quero saber quem fim deu toda a história (parece que são 8 livros, santa paciência!).

Por que você cria um carisma pelo cara, mesmo sendo um ogro com um coração bom.

Assim, a história tem partes que relata as tentativas, nenhum realizados contra a mocinha, que sempre é salva por ela ou por outro alguém ou até ele, que já tinha passado por isso também. Não pensei que chegaria a esse ponto. O final do livro fala sobre ela ter resgatado ele da mão da morte e os cuidados do seu ferimentos (corporais e emocionais), já que o amor supera tudo (essa seria a mensagem, acredito eu!)…

Eu fico pensando, será que o seriado terá essa cena ou eles vão mudar o tipo de abuso?

Tentei ler algo para saber sobre isso, mas não achei nada e acredito que nenhum jornalista deva ter perguntado.

Outra coisa que me preocupa e bastante, que essa saga é procurada pelas leitoras que ficaram órfãs do Crepúsculo. Posso estar sendo ingênua (com certeza, eu estou), mas achei que o conteúdo não é indicado pelas gurias apaixonadas pelo o vampirinho e sim para os leitores do Cinqüenta Tons de Cinza. Acho que estou ficando velha, acredito que sim.

Ps.: Li em algum blog, falando sobre o mocinho ser tão desvalorizado na história do livro. A autora queria mostrar que a protagonista é uma pessoa independente e guerreira, que conseguiria passar por tudo de ruim de cabeça erguida e com muito amor no coração. Então está bom… né?

Essa descoberta no mundo culinário do sul é algo que eu amo, tem tanta coisa boa e quando você prova a receita original, descobre que não era nada daquilo que você comeu em algum lugar de São Paulo. Na verdade eu só tinha provado cuca de banana e maçã, aqui conheci a Cuca Alemã de […]

Essa descoberta no mundo culinário do sul é algo que eu amo, tem tanta coisa boa e quando você prova a receita original, descobre que não era nada daquilo que você comeu em algum lugar de São Paulo.

Na verdade eu só tinha provado cuca de banana e maçã, aqui conheci a Cuca Alemã de Uva e me apaixonei completamente.

Eu precisava da receita, precisava mesmo, mas a timidez é algo grave da minha pessoa e um dia, uma revista de mercado famoso de Porto Alegre, publicou a receita junto com as ofertas do mês.

Lá foi a Dona Nana, toda faceira com suas caixas de uvas (comprei 3 caixas por cinco reais… achei barato e você?) e os ingredientes para fazer essa delícia na minha cozinha.

Cuca Alemã de Uva

cucaalemadeuva

Ingredientes

500 gramas de farinha de trigo
90 gramas de açúcar
2 ovos
50 gramas de manteiga
10 gramas de sal
280ml a 300ml de água
15 gramas de fermento biológico seco (aquele que usamos para fazer pão)

Cobertura
3 cachos de uvas
50 ml de leite condensado

Farofa
150 gramas de farinha
150 gramas de açúcar
75 gramas de manteiga
1 pitada de canela

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes secos em uma bacia e misture bem.
Adicione os ovos, a manteiga e a água, e misture tudo até que fique uma massa bem homogênea. A massa deve ficar bem mole. Deixa descansar por 10 minutos.

Após isso, coloque a massa em uma forma já untada.

Prepare a farofa juntando a manteiga e o açúcar, e por último, a farinha e a canela (que eu não coloquei, sorry!). Misture tudo até que se forme a farofa. Agora coloque um pouco da farofa sobre a massa, adicione as uvas, o leite condensado (despejar o leite condensado lentamente, formando um fio bem fininho sobre as uvas) e termine cobrindo com o restante da farofa.

Espere crescer até dobrar de tamanho (eu não esperei a massa crescer, mas deixei o forno pré-aquecido), e então, asse em forno com temperatura de 170 a 180 graus por 25 minutos.

Se você usar uva sem semente é melhor, mas o preço normalmente é mais caro e eu usei a Goethe. Super gordinha e docinha, valeu a pena.

Calma, não adotei ou comprei um gato! Esse é o Lito, ou Lido… não sei, nunca entendemos o nome do gato direito, vou explicar: A minha vizinha é uruguaia, fofa e que cuida demais de mim e do cliente vip. Ela é a quem podemos chamar de família, enquanto estou morando longe da minha família. […]

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Calma, não adotei ou comprei um gato!
Esse é o Lito, ou Lido… não sei, nunca entendemos o nome do gato direito, vou explicar:

A minha vizinha é uruguaia, fofa e que cuida demais de mim e do cliente vip. Ela é a quem podemos chamar de família, enquanto estou morando longe da minha família.

Então sempre foi um problema entender o nome do gato dela, então, chamamos ele de gatinho.

Ele é um gato calmo, medroso… Mas não posso deixar de citar que é muito carinhoso, depois que ele pega confiança, gosta de um bom carinho!

A nossa vizinha precisou viajar para visitar seus parentes no Uruguai e ficamos com o gato durante 15 dias.

Lá foi a Naninha pesquisar como deixar o gato mais confortável aqui no novo cafofinho; Tudo que eu li, aconteceu por aqui.

A primeira coisa, ele foi direto para o nosso quarto e escolheu um canto bem escondido para ficar e ficou no quarto por uma semana. No que eu pesquisei, isso é normal. O gato sempre vai procurar um lugar para chamar de seu e ficar, durante dias ou semanas.

Para quem sabe ou não sabe, gato é um bicho terrorista territorialista, eles não gostam que invadam seu espaço e sofrem quando mudam para um local novo; Deixam até de comer… é triste, mas eu estava preparada para isso.

Como o nosso quarto foi escolhido como o seu novo território e a Aimê é daquelas cachorras crianças, que não vê maldade nenhuma e não sabe se defender ( até preferimos assim, cão bravo já chega dos outros), ela ia lá encher o saco do gato e levava uma patada. Calma, nada aconteceu com ela, até porque ele estava com as unhas bem cortadinhas, mas ele não queria uma cachorra cheirando e dando amor, principalmente naquele momento que ele não sabia aonde estava sua dona e sua casa.

Por esses motivos, deixávamos ele dentro do quarto com a porta encostada.

Graças a Deus, ele não deixou de comer e fazer suas necessidades na caixa de areia (que também ficavam dentro do quarto) e no terceiro dia, ele já tinha abandonado seu ponto de refúgio e estava explorando os novos cantos do quarto. A cada uma hora (igual a telesena), eu ia no quarto conferir como ele estava, brincar um pouco e dar carinho, nisso eu via ele dormindo na nossa cama ou tomando sol na janela.

Mas sair do quarto, só foi na segunda semana e claro, quando a Aimê não ficava curiosa (lembre-se, quando ela não ia atrás para cheirar o seu traseiro ou a sua carinha). Ele caminhava pela casa como fosse um território a ter armas, soldados e bombas por todo lugar, sempre com o corpo baixo e com aquele olhar de assustado.

Logo ele voltava correndo para o quarto quando sentia que teria perigo… apesar de suas reações serem claras que ele precisava de um psico, eu estava preparada (sim, novamente falo isso) e sabia que tudo aquilo era normal.

No segundo dia da segunda semana, ele já estava bem mais soltinho, subindo em cima das mesas, livros ou o que ele podia imaginar que era um lugar bacana de se ficar.

Sim, ele subiu até em cima do varal de roupa (aqueles de chão), achando que ali era um lugar bacana, até derrubar o varal e sair correndo a milhão para o seu lugar preferido no quarto.
Eu fiquei realmente feliz, quando ele começou a deixar a Aimê dar cheirinhos no focinho dele de bom dia. Nesse momento passou a curiosidade dela, já que realizou a sua missão: dar uma cheiradinha no bichano.

Na foto do instagram, vocês podem ver que os dois se tornaram amigos, um ao lado do outro, sem problemas ou brigas normais de cão e gato. Foi um belo presente de aniversário para mim.

Ah, teve um momento de puro terror para nós. Saímos para levar a Aimê para sua caminhada diária e quando voltamos, cadê o gato?

Olhamos e tudo estava fechado, será que ele entrou dentro da privada e deu descarga?

Chamamos, gritamos e estávamos quase chorando… quando eu decidi pegar a tigela de comida e fazer barulho.

Não é que o bonito saiu de trás da tela do computador do cliente vip, como se nada tivesse acontecido?!

A tela do computador fica de costas pra duas paredes, então é um cantinho que não dava para ver e tem um espaço bom pra gato esconder por ali. Nunca íamos imaginar que ele estaria por ali, nunca mesmo, essa me surpreendeu!

Quando o amor reinava e estávamos pensando em ter ou não um gato (ou outro cachorro), a vizinha chegou de viagem e pegou o seu filho felino.

Sentimos saudades?

Não, é só ir no apartamento ao lado e fazer carinho no nosso amigo.

Depois que ele voltou para sua casa, a Aimê voltou com sua missão de encher o saco do gato (agora na casa dele) e ele voltou a encontrar pontos de fugas para não receber as suas cheiradinhas.

É de dar pena, porque ela gosta tanto dele, que chega até chorar e ele, ignora… ignora, com aquele olhar “vai procurar a sua turma e me deixa em paz”, já que cheirada no focinho e no rabinho, é coisa de cachorro.

“E aí Naninha, vai ter um gato?”

Olha, com toda sinceridade?

Não é o tipo de animal para nós dois, conversamos muito sobre isso, ainda somos apaixonados pelas maluquices que só um cachorro pode proporcionar. Teria, até teria, mas ainda prefiro um cão. Eu já tive experiência de ter em casa um gato (quando solteira) e com essa, acho que um cão combina muito mais conosco do que um gato.

Mas não posso deixar de falar, nós dois amamos qualquer tipo de animais (tirando alguns óbvios, é claro).

Ps.: ficaram curiosos para saber qual era o seu canto de refugio? Embaixo da nossa cômoda. Pode isso Arnaldo?

Lembram que eu ensinei a fazer curau para vocês aqui? O bagaço de milho que foi utilizado no curau (ou em qualquer outra receita que vai milho triturado), vocês podem fazer um bolo bem bacana! Bolo de bagaço de milho verde com coco Ingredientes: 1/2 xícara de farinha de trigo 200 gramas de coco ralado […]

Lembram que eu ensinei a fazer curau para vocês aqui?
O bagaço de milho que foi utilizado no curau (ou em qualquer outra receita que vai milho triturado), vocês podem fazer um bolo bem bacana!

Bolo de bagaço de milho verde com coco

bolodemilhobagacococo

Ingredientes:

1/2 xícara de farinha de trigo
200 gramas de coco ralado
1 1/2 xicara de açucar
1 xícara de leite
O bagaço do milho de 5 espigas
1 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de sopa de manteiga

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes com uma colher em uma travessa até ficar homogêneo.
Unte uma forma com manteiga e farinha e coloque a mistura do bolo.
Asse por 40 minutos ou até ficar dourado.

Fácil, super fácil.

Aviso aos navegantes: o bolo fica bem crocante por causa do coco e do bagaço de milho e não tão fofinho. Ah sim, fica fofinho, mas não fica igual a um bolo que todos os ingredientes são em pó e líquidos, já que o bagaço e o coco são ingredientes mais pesados.

E posso falar, o marido amou (garantia cliente vip de aprovação? oi?).